quinta-feira, 29 de julho de 2010

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Petistas e rorizistas se estranham e precisam ser separados durante caminhada







Luísa Medeiros



Publicação: 29/07/2010 07:00 Atualização: 29/07/2010 07:59



Militantes petistas e rorizistas brigaram e tiveram que ser separados durante a caminhada do candidato Agnelo Queiroz (PT), ontem à tarde, na avenida comercial de Riacho Fundo II. A disputa pelo território não chegou a socos e pontapés, mas houve empurrões, tapas e até vuvuzeladas no ouvido do adversário. O clima esquentou pela segunda vez entre os vermelhos e os azuis nessa campanha eleitoral. O embate começou por volta das 17h30 e só terminou uma hora depois. Nos gritos de guerra entoados pelos rorizistas, o vice de Agnelo, Tadeu Filippelli (PMDB), foi chamado de traidor. Antes de selar a aliança com o PT, o peemedebista foi homem de confiança do ex-governador Joaquim Roriz (PSC).



Enquanto o candidato petista andava, acompanhado do senador Cristovam Buarque (PDT) e de correligionários, pelas lojas das quadras ímpares, uma fileira foi formada pelo grupo rorizista no canteiro central da avenida. Os representantes azuis balançavam bandeiras e gritavam frases como “no Riacho Fundo não tem caô (gíria para mentira), o Filippelli é um traidor”. Os vermelhos também carregavam bandeiras, mas não revidaram verbalmente a provocação.



O tumulto aumentou quando carros com propagandas das duas cores partidárias passaram pela rua que separava os manifestantes. Os mais exaltados bateram as bandeiras contra os veículos e houve troca de desaforos. Nesse momento, os grupos se aproximaram e tomaram a rua. Vermelhos e azuis ficaram frente a frente defendendo os candidatos.



A aproximação provocou agressões físicas leves entre os grupos rivais. Revoltada, Monalissa Lamolie, 21 anos, disse que foi empurrada e levou tapas dos que carregavam os bonecos da ala petista. “A gente quer expulsar eles daqui, mas não precisa bater em mulher”, reclamou ela. Crisdalva Fialho, 22, teve que ser tirada da multidão depois de levar uma vuvuzelada rorizista no ouvido. “Tá doendo demais. Sangrou depois que o cara me fez isso”, contou.



Mesmo com a confusão, Agnelo não desistiu e até estendeu o ato por mais meia hora no local. “Isso é provocação. São cabos eleitorais pagos. Infelizmente, os coitados não podem andar com os candidatos deles”, alfinetou. Filippelli, que passou pela cidade antes do início da caminhada, deixou o local porque tinha outro compromisso. Sobre a reação rorizista contrária à aliança dele com o PT, o vice resumiu como “dor de cotovelo”. “O Roriz sempre quis fazer essa aliança. Se ele fizesse ia ser boa, né?”, ironizou, dizendo que os azuis estão sentindo os vermelhos entrarem no território deles. O primeiro embate entre os militantes ocorreu no último dia 15, no Riacho Fundo I.



» Promessas a taxistas

Juliana Boechat



Reunião com taxistas e inauguração de comitês. Assim foi o dia de ontem do candidato a governador Joaquim Roriz (PSC). Pela terceira vez nesta semana e nos seis pontos de apoio político abertos pela Coligação Esperança Renovada desde segunda-feira, o candidato a senador Alberto Fraga (DEM) esteve ausente. Ele foi novamente representado pelo segundo suplente Paco Britto (PTdoB). Segundo a assessoria de imprensa de Fraga, ele tem dedicado os últimos dias para reuniões de coordenação da campanha e viagens. Hoje, a corrida pelos votos terá uma pausa. Roriz ira comemorar, em uma missa na Catedral, 50 anos de casamento com Weslian Roriz.



Pela manhã, ele se reuniu em sua casa com representantes dos taxistas. O grupo com cerca de 150 pessoas chegou em carreata à Quadra 8 do Park Way, ondefoi recebido pelo candidato. A principal reivindicação da categoria é tirar os adesivos dos carros que, segundo eles, expõem os passageiros. Roriz garantiu que, se for eleito, revogará o decreto que trata do assunto antes do meio- dia de 1º de janeiro de 2011. Após ouvir os pedidos da categoria, Roriz prometeu novas linhas de crédito para a renovação da frota de táxi para a Copa de 2014, se eleito governador. Ele garantiu que criará melhores condições de trabalho para os taxistas no Aeroporto Internacional de Brasília e na nova Rodoviária Interestadual.



À noite, a equipe de Roriz chegou perto da divisa do DF com Goiás, próximo a Santo Antônio do Descoberto, para inaugurar mais um comitê de campanha. Cerca de 600 moradores do Setor Habitacional Água Quente recepcionaram a Coligação Esperança Renovada. Segundo o líder comunitário da região, Luiz Cláudio, mais conhecido por Neguinho Roriz, a localidade foi criada e batizada pelo ex-governador. “Roriz deu esse nome porque a água do riacho que passava aqui e que ele nadava quando era pequeno era quente”, explicou. Cerca de 19 mil pessoas moram na região. A maior reivindicação da comunidade é a escritura dos lotes. “Aqui ainda cabe muita gente. Aqui terá lugar para quem já está e para trazer quem for necessário”, discursou Roriz.



Em Samambaia, Roriz foi recepcionado por poucos populares. O primeiro comício da campanha deste ano do candidato foi realizado na cidade, após uma carreata, no último dia 17. O evento não contou com o sucesso esperado. Roriz considera Samambaia uma das principais cidades do DF, por ter distribuído terrenos em governos anteriores e por ser o responsável pela regularização da região administrativa.
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Frejat e Filippelli terão papel de destaque no GDF, caso sejam eleitos







Ana Maria Campos



Publicação: 29/07/2010 07:00 Atualização: 29/07/2010 07:40



As duas chapas em melhor posição na disputa eleitoral ao Executivo local têm vices com pretensões ambiciosas na próxima administração. Escolhidos estrategicamente pelo partido que integram e pelo perfil político, Tadeu Filippelli (PMDB) e Jofran Frejat (PR) não serão meros coadjuvantes em eventuais governos de Agnelo Queiroz (PT) ou de Joaquim Roriz (PSC), respectivamente. Pelos compromissos assumidos até agora na campanha, os dois terão papéis importantes em áreas cruciais como parceiros na tomada de decisões e na divisão do poder.





Com a experiência de ter sido durante oito anos — entre 1999 e 2006 — o grande responsável pelas obras no Distrito Federal, Filippelli deve exercer influência no setor comparável à que sempre manteve nos governos de Roriz, caso Agnelo vença as eleições. Secretário de Saúde em gestões de Roriz, Frejat vai administrar um dos principais problemas na capital do país, que passa pela melhoria da qualidade do atendimento de hospitais públicos, caso sua chapa saia vitoriosa no pleito de outubro. Frejat não será o titular da pasta, mas as decisões administrativas ficarão sob sua responsabilidade.



Além da gestão da rotina das unidades de atendimento já existentes, Frejat vai coordenar o projeto Cidade da Saúde, que prevê a criação de hospitais de excelência na região onde o governo Arruda estudava construir o Setor Habitacional Catetinho, às margens da BR-040. O projeto será uma das principais vitrines do programa eleitoral de Roriz a partir do próximo dia 17. Para Frejat, os rorizistas têm ainda ideias mais estratégicas. Ele é o plano B do grupo político. Caso a candidatura do ex-governador seja vetada pela Lei da Ficha Limpa, como espera o procurador regional eleitoral do DF, Renato Brill, Frejat deverá assumir o posto de concorrente ao Palácio do Buriti.



Articulação políticaA participação de Filippelli no governo petista também não deverá ficar restrita à esfera administrativa. Os aliados de Agnelo esperam de Filippelli um trabalho de articulação política, com negociações na esfera federal e na composição da base aliada na Câmara Legislativa. Para alcançar os 16 votos confortáveis para aprovação de projetos na Casa, Agnelo terá de fazer uma aliança com partidos que orbitam no grupo político comandando por Filippelli, como PHS, PRP, PTC e o PMDB. “Serei extremamente cuidadoso e respeitoso, mas estarei à disposição para o que puder contribuir. Não gostaria de ficar sem função no governo. Esse não é o meu perfil”, disse o candidato a vice na chapa de Agnelo. “Poderia ajudar em contribuições no sistema de transporte, habitação, infraestrutura, desde que isso não cause constrangimento com os partidos aliados ou conflitos internos”, acrescentou.



A Central do Eleitor do TRE já está funcionando em regime de plantão, todos os dias, das 9h às 19h. Quem deseja tirar dúvidas deve ligar para 3441-1000. Ou acessar o site www.tre-df.jus.df



Prestígio federal



Uma das principais atribuições destinadas ao presidente do PMDB, Tadeu Filippelli, em eventual governo de Agnelo, será ampliar o leque de relações políticas na esfera federal, principalmente se a petista Dilma Rousseff vencer as eleições, ao lado de seu vice, o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP). Nos últimos quatro anos, Filippelli conseguiu construir um projeto alternativo ao de Roriz, de quem foi um dos principais aliados políticos, graças à relação que construiu na cúpula de seu partido. A legenda provavelmente terá espaço também em eventual governo do tucano José Serra.



A força de Filippelli ficou demonstrada quando evitou uma intervenção nacional no partido que beneficiaria a candidatura de Roriz ao GDF e na convenção regional, em junho, que avalizou a aliança com o PT, contra a vontade do governador Rogério Rosso (PMDB). Ontem, Filippelli voltou a demonstrar prestígio. É dele a indicação do novo presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), Davi José de Mattos. A nomeação do presidente Lula deve ser publicada no Diário Oficial da União de hoje.



Pessoa da confiança de Filippelli, Mattos chegou a assumir a Secretaria de Obras no governo tampão. Não tomou posse por causa dos desentendimentos entre Filippelli e Rosso na convenção do PMDB. “Filippelli tem muitos contatos no Congresso e poderá nos ajudar a abrir ainda mais canais de comunicação da eventual administração de Agnelo no governo de Dilma”, aposta o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB), candidato ao Senado.
Governo do DF monta aparato para Roriz


O governo do Distrito Federal decidiu colocar à disposição do ex-senador Joaquim Roriz (PSC), candidato a governador, um expressivo aparato de segurança para "dar cobertura", como se diz no jargão policial, à missa pelas bodas de ouro do político. É o que consta da Ordem de Missão 172/2010, à qual esta coluna teve acesso, expedida pelo Governo do DF. O documento reservado designa profissionais de todos os órgãos de Segurança do DF para dar segurança ao ato religioso, previsto para as 19h30 desta quinta-feira na Catedral Metropolitana da capital. A missa será oficiada pelo monsenhor Marcony, vigário-geral da Arquidiciocese de Brasília. A iniciativa do governo do DF dá força a informações sobre o envolvimento do atual governador, Rogério Rosso (PMDB), na campanha de Roriz.

Agenda Agnelo dia 29 de julho de 2010

Agnelo Queiroz (Coligação Um Novo Caminho)




10h30 - Reunião com SINDSASC e Comissão de Servidores da SEDEST no Comitê Majoritário



14h - Reunião na Igreja Assembléia de Deus de Ceilândia QNP 8/12 Setor P Sul



16h30 - Lanche da tarde com lideranças do Condomínio Privê



17h - Caminhada no Condomínio Privê



19h - Reunião com lideranças evangélicas
MPE faz alegações finais para caso Roriz


Eleições 2010 em 28/07/2010 às 20:27



Ficha Limpa, impugnação, Roriz





O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou nesta quarta-feira (28) ao Tribunal Regional Eleitoral do DF as alegações finais da ação que impugnou o pedido de registro de candidatura do candidato a governador do PSC, Joaquim Roriz. Em suas alegações, o MPE requer seja negado o pedido de registro de Roriz, com base no artigo da Lei da Ficha Limpa, que diz que são inelegíveis para qualquer cargo políticos que “renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município, para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término da legislatura”.



Como pontos principais de suas alegações, o MPE aponta que as condições de elegibilidade de um candidato e as causas de inelegibilidade devem ser analisadas no momento do pedido de registro da candidatura.



Outra argumentação do Ministério Público diz respeito à aplicação da Ficha Limpa já para as eleições de outubro. O Procurador Regional Eleitoral, Renato Brill de Góes, citou decisão do TSE na Consulta 1120-26.2010.6.00.0000, em que o ministro Hamilton Carvalhido afirma que a nova lei “não deixa dúvida em seus termos quanto à sua aplicação alcançar situações anteriores ao início da sua vigência e, consequentemente, as eleições de 2010″.



Para o MPE, Roriz renunciou ao mandato de senador para evitar a cassação dos seus direitos políticos no Conselho de Ética do Senado. Medida que se encaixa “perfeitamente” na hipótese prevista pela Lei das Inelegibilidades.



A decisão sobre a candidatura de Roriz, assim como os demais pedidos de registro no TRE-DF, deverão estar com julgamento concluído até 5 de agosto, nos termos da Resolução 23221/10, que rege o registro de candidaturas para as eleições gerais outubro. (Com informações do TRE-DF)
Agnelo encontra militância rorizista


Eleições 2010 em 28/07/2010 às 20:45



Agnelo





Se o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) em suas agendas pelas cidades ainda não cruzou com o adversário Agnelo Queiroz (PT), sua militância parece não sair mais de perto das caminhadas petistas. Nesta quarta-feira (28), os dois grupos voltaram a se encontrar no Riacho Fundo II.



Cerca de 15 militantes rorizistas agitaram boa parte da caminhada de Agnelo pelo comércio da cidade. Em um carro de som e ainda vuvuzelas, avisavam ao petista que a caminhada na cidade seria tempo perdido. “Nosso governador é Roriz”, gritavam.



Apesar das provocações, Agnelo e sua turma continuaram a caminhada. ”Isso só nos empolga ainda mais. Eu estou aqui na rua, presente, falando com as pessoas. Eles deveriam estar fazendo campanha, conversando com a comunidade, ter agenda própria e nao ficar me seguindo”, também provocou o petista, quando perguntando se os rorizistas não o atrapalhavam.
Serra 'bate' em sem-terra e pede apoio a gente ligada ao trabalho escravo








Diante de empresários do grupo LIDE (presidido pelo tucano João Dória Jr., um dos mentores do movimento CANSEI), José Serra (PSDB/SP), fez um discurso batendo impiedosamente nos trabalhadores rurais sem-terra, na segunda-feira.



Na mesma segunda-feira, José Serra (PSDB) telefonou para o presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, deputado José Riva (PP), e disse: "Sempre tivemos o seu apoio e, desta vez, espero que não seja diferente", afirmou Serra, lembrando que o deputado apoia os demo-tucanos de a eleição de FHC em 1994.



Na quarta-feira, chegou ao conhecimento público uma operação de fiscalização do trabalho, que libertou sete trabalhadores da Fazenda Paineiras, em Juara (MT). A propriedade pertence à Janete Riva, esposa do deputado estadual José Riva (PP). Dos 51 empregados encontrados na fazenda, 42 estavam sem registros e anotações na Carteira de Trabalho e da Previdência Social (CTPS) e sete eram mantidos em regime de trabalho escravo. (Da Rede Brasil Atual e do Repórter Brasil)



Em tempo: Leia também sobre o deputado José Riva (PP) a nota de ontem:

"Na segunda, Serra pediu apoio a deputado... que foi cassado na terça, por compra de votos"
No Paraná, Osmar Dias encosta em tucano, e Dilma reduz diferença




Pesquisa Vox Populi/Band/iG no Paraná para governador, divulgada nesta quarta-feira (28):



Beto Richa (PSDB): 42%

Osmar Dias (PDT): 37%



A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, por isso a situação é de empate técnico.



Senado:



Roberto Requião (PMDB): 39%

Gleisi Hoffmann (PT): 33%

Ricardo Barros (PP): 19%

Gustavo Fruet (PSDB): 16%

Rubens Hering (PV): 3%

Gilberto (PCB), Valmor (PSOL) e Timossi (PSTU) tem 2% cada



Presidência



A vantagem de Serra sobre Dilma no Paraná caiu para 8 pontos. No início do ano essa diferença chegava a 30 pontos. Porém, o Último Segundo, que divulgou esta diferença, não informou os números de cada candidato.
quinta-feira, 29 de julho de 2010


Dilma já empata no RS, onde Serra cantava vitória



Pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada na quarta-feira (28) mostra Dilma e Serra tecnicamente empatados no Rio Grande do Sul:



Serra: 40%

Dilma: 38%

Marina: 5%



O RS era considerado pelos demo-tucanos como um dos estados onde Serra abriria vantagem de votos. A realidade está mostrando Serra em queda, e Dilma subindo. Nas próximas pesquisas, não será surpresa se Dilma ultrapassar.



Tarso Genro na frente para Governador:



Tarso Genro (PT): 34%

José Fogaça (PMDB): 28%

Yeda Crusius (PSDB): 12%

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Agnelo e Filippelli prometem elevar padrão da rodoviária

Tamanho da Fonte Jornal Coletivo Redação Mais Comunidade



Os candidatos ao governo do Distrito Federal pela coligação Um Novo Caminho, Agnelo Queiroz (PT) e Tadeu Filippelli (PMDB) participaram na manhã de hoje de um café da manhã reservado, no Setor de Diversões Sul, onde estiveram presentes aliados e membros da coordenação de campanha.

Ontem, a dupla participou de ato na Rodoviária do Plano Piloto e provocou grande movimentação com bonecos dos candidatos majoritários e distritais, carros de som e uma militância fervorosa que empunhava bandeiras e fazia panfletagem.





Ao chegarem, no final da tarde, Agnelo e Filippelli foram recebidos calorosamente. Eles estavam acompanhados dos candidatos ao Senado Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB) e Cristovam Buarque (PDT). O candidato a governador falou de seu carinho pelo local, que diariamente é base para o transporte de milhares de trabalhadores no DF, e prometeu, caso eleito, que elevará o padrão de higiene e de infraestrutura das instalações. “Este é um lugar que vai merecer uma atenção especial do governante. Cuidar do povo é cuidar da rodoviária”, disse, reforçando também sua preocupação com a segurança e a acessibilidade do local. “Segurança é um ponto fundamental, precisamos ter estratégias de vigilância e monitoramento”, afirmou.





Entre os compromissos da campanha para a tarde de hoje, Agnelo e Filippelli conversam com moradores e chacareiros do CAUB I, no Centro Comunitário local, e em seguida se encontraram com profissionais de saúde que trabalham no Riacho Fundo II, numa reunião que aconteceu em frente à prefeitura comunitária. Os candidatos ouvem as principais reivindicações desses trabalhadores e seguem para caminhada no comércio da cidade, entre as QN 07 e QN 08, da avenida central.





À noite, a dupla da coligação Um Novo Caminho participa, a partir das 19h30min, do lançamento da candidatura do ex-presidente regional do PT-DF, Chico Vigilante, a deputado distrital. O ato acontece no Teatro dos Bancários situado nas Entrequadras 514/515 da Asa Sul.









SIMPATIA TUCANA







A atitude do ex-deputado distrital Salviano Guimarães (PSDB-DF) de apoiar publicamente o candidato da coligação adversária, Agnelo Queiroz (PT) causou ruídos no ninho tucano do DF. A manifestação de apoio tucana foi declarada durante um compromisso de campanha de Agnelo em São Sebastião, no último domingo. Como era de se esperar, a consequência veio logo em seguida, com uma notificação encaminhada pelo secretário-geral do PSDB-DF, Antônio Luís Barbosa, ao ex-distrital, com pedido de explicações, visto que sua atitude contraria a decisão do partido no DF, por maioria absoluta, de apoiar a candidatura do ex-governador Joaquim Roriz (PSC).
Quatro candidatos tiveram suas candidaturas aceitas pelo TRE-DF




O Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) julgou nesta quarta-feira (28) quatro Ações de Impugnação e Registro de Candidatura (AIRC) envolvendo Cinézio Alves Rodrigues (DEM), Aylton Gomes Martins (PR), Antonio Ricardo Martins Guillen (PSTU), candidatos distritais, e Rodrigo de Souza Dantas Mendonca Pinto (PSTU), candidato a governador. Os quatro candidatos foram absolvidos pelo TRE-DF.





Cinézio teve a candidatura impugnada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por não ter se desincompatibilizado no período previsto pela legislação eleitoral. Já Aylton Gomes, também impugnado pelo MPE, teve seu registro questionado em razão de ausência de filiação a coligação/partido dentro do prazo previsto, nos termos da Lei 9096/95, a Lei Orgânica dos Partidos Políticos.





Os candidatos do PSTU foram impugnados em decorrência de não terem comprovado desincompatibilização no prazo legal.

Não vai fazer falta

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Presidente da Câmara Wilson Lima desiste de brigar na Justiça Eleitoral para disputar a reeleição





Lilian Tahan



Publicação: 28/07/2010 17:40





O presidente da Câmara, distrital Wilson Lima (PR), desistiu de brigar na Justiça Eleitoral para disputar as eleições em outubro. Em uma carta, ele explicou seus motivos:



"Comunico que optei por não recorrer da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que considerou impugnada minha candidatura à reeleição de deputado distrital. Tomei tal decisão depois de refletir profundamente sobre o assunto, com o apoio da minha família, meus amigos e da minha assessoria", anunciou. Em seguida, lamentou:



"Confio na Justiça do meu país e respeito, sempre, as decisões por ela tomadas. Lamento, apenas, que o meu caso não tenha sido visto pela peculiaridade que lhe é própria, mas sim pelo senso comum. Não abandonei meu posto, naquela ocasião, pelos compromissos que tinha, e tenho, com o povo de Brasília".



Wilson Lima foi impugnado pelo Ministério Público Eleitoral por ter descumprido o prazo de desincompatibilização exigido pela Constituição Federal, que obriga governadores, prefeitos e o presidente da República com intenção de concorrer às eleições - para um outro posto que não seja o de reeleição - a se afastar do cargo seis meses antes do pleito.



Em 3 de abril, data limite para ele ter se afastado do cargo de chefia do Executivo, Lima ainda era o governador do DF. Saiu em 19 de abril com a eleição de Rogério Rosso. A impugnação do distrital foi mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral. E o deputado ainda poderia recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Até os amigos desprezam José Serra






Candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB) encontra dificuldades para disseminar sua imagem em palanques aliados. Levantamento feito pelo jornal Correio Braziliense mostra que o material de campanha usado até agora pelos aspirantes aos governos estaduais não prioriza o tucano José Serra. Em ao menos 12 estados, o nome/a foto do tucano não é destaque nos santinhos, nas faixas ou nos banners.





A estratégia de campanha casada parece não ter convencido alguns candidatos. Em Alagoas, o governador Teotônio Vilela (PSDB), que tenta à reeleição, tem se esforçado para mostrar intimidade com o Presidente Lula e sua candidata, Dilma Rousseff (PT).





No Espírito Santo, todas as imagens de campanha de Luiz Paulo reforçam apenas sua candidatura. O jingle, inclusive, abusa do nome Luiz. “Esse é o homem. Esse sabe fazer. Luiz, Luiz, Luiz…Deixa com ele que ele faz acontecer.”





O tucano foi “preterido” até em palanques fortes, como o Paraná. A campanha de Beto Richa (PSDB-PR) deixa no site apenas material do candidato ao governo. Segundo a assessoria de Richa, o material casado “está sendo providenciado.” Serra estampa, ao lado de Geraldo Alckmin, a imagem do comitê central, no Edifício Joelma, em São Paulo. Mas, na internet, sua candidatura ocupa um canto da página, ao lado dos candidatos ao Senado Aloysio Nunes e Orestes Quércia. O material de campanha, no site, privilegia imagens de Geraldo e de seu vice.





No Rio Grande do Sul, a candidata à reeleição Yeda Crusius não ostenta fotos de Serra no comitê central. O mesmo ocorre no segundo maior colégio eleitoral, Minas Gerais. Apenas Antônio Anastasia, candidato ao governo, e Aécio Neves, ao Senado, estão na imagem do QG tucano em Belo Horizonte. O nome do ex-governador de São Paulo aparece — pequeno — em um santinho de Itamar Franco, candidato ao Senado. O mesmo ocorre no Acre. “No santinho, só tem o governador. O do Serra é um adesivo com o 45”, diz a assessoria de Tião Bocalom, candidato ao governo.





Os tucanos contam com Simão Jatene na disputa pelo governo do Pará contra a atual governadora Ana Júlia Carepa (PT). Entretanto, o material do candidato tucano não reforça a candidatura nacional. Até agora só o nome de Jatene ganhou as ruas. Ontem, Serra fez a primeira visita à região Norte desde o início da campanha. Passou o dia em Palmas (TO). Adesivos e fotos ao lado de Siqueira Campos, candidato ao governo, foram distribuídos.





A caminhada foi reforçada por um grupo de apoiadores cuja presença nas mobilizações custou R$ 510,a cada da campanha de Siqueira Campos, segundo afirmou uma contratada: Nós votamos no Siqueira Campos. Mas eles nos contratam para acompanhar o candidato nos eventos, para levar esse material para a rua.





O desafio do PSDB é conquistar votos no Nordeste. Além de driblar os altos índices de popularidade do presidente Lula, o partido precisa convencer aliados, incluindo prefeitos e parlamentares, a mergulharem na campanha. A tarefa não é simples. No material de Marcos Cals, que concorre ao Palácio Iracema, no Ceará, a estrela é o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).





O site de Paulo Souto, candidato ao governo da Bahia, também apresenta de forma tímida o tucano. Traz apenas um banner com a foto de Serra no pé da página.





No Maranhão, Jackson Lago (PDT)diz que aguarda orientação jurídica, pois seu partido está coligado nacionalmente com a campanha de Dilma. No Mato Grosso do Sul, André Puccineli (PMDB) deve deixar o tucano de fora da propaganda.









A estrela principal é o Presidente Lula





Os candidatos aliados de Lula na eleição de outubro adotaram a mesma estratégia da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff: colar a imagem à do Presidente. No material de campanha dos concorrentes ao Senado e ao governo, Dilma até aparece, mas a imagem explorada intensamente é a do petista Dilma Rousseff. Seja gravando mensagem de apoio ou apostando no santinho, todos querem tirar uma lasquinha.





Mesmo fora da disputa, Lula é anunciado como se fosse concorrente. A candidata ao Senado pelo Paraná Gleisi Hoffmann (PT) aproveitou visita ao Ceasa, ontem, em Curitiba, para gravar cenas de seu programa de televisão e propagandear: “Daqui a pouco visitaremos o comércio e convidaremos para o comício do Lula”.





O comício ocorre só no sábado, mas ela está se preparando antecipadamente, de olho em como ficará a edição de seu programa de televisão. Na tentativa de chegar ao governo do estado, Osmar Dias (PDT) repete o movimento. Apresenta em sua página de internet o mesmo comício, enaltecendo apenas a presença de Lula.





Postulante à cadeira de governador do Amazonas, Alfredo Nascimento (PR) se antecipou e colocou em seu canal de vídeos na internet duas versões da mensagem de apoio que Lula gravou. A primeira é o material bruto, de três minutos e meio. A segunda, de um minuto e 40 segundos, já editada, anuncia: “Veja por que Lula apoia Alfredo Nascimento”.





Essa voracidade é bem visível entre os candidatos do Norte e do Nordeste. Ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB) usa e abusa das imagens ao lado de Dilma. A dificuldade do peemedebista em se aproveitar da fotografia com Lula deve-se à disputa com o governador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição. Wagner faz questão de exibir Lula na abertura do site.





Duplicidade

Nos locais em que há palanques duplos para a petista, a disputa fica acirrada. Candidatos ao governo do Piauí, João Vicente Claudino (PTB) e Wilson Martins (PSB) promoveram panfletos semelhantes em que aparecem ao lado de Lula e Dilma. Pela internet, Cid Gomes (PSB) e Lúcio Alcântara (PR) reproduzem a tática em busca de um naco considerável do eleitorado: colocaram no topo da página fotos ao lado de Lula e de Dilma. No Maranhão, a candidata do PMDB, Roseana Sarney, editou o clipe com o jingle da campanha exibindo logo na entrada o Presidente Lula e Dilma.





O fenômeno se repete nas ruas. Em recente caminhada por Uberlândia, muitas faixas exibindo Dilma ao lado dos candidatos locais, Hélio Costa (PMDB) ao governo, e Fernando Pimentel (PT) ao Senado. No Rio, o candidato a senador Jorge Picciani (PMDB) distribuiu santinhos separados com Dilma, Lula, o governador Sérgio Cabral e o prefeito da capital, Eduardo Paes (PMDB).





Candidato a governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT) tem participado de diversas agendas de campanha ao lado da ex-ministra. O site de campanha do petista, contudo, não faz referência à candidata. O mesmo ocorre nas páginas de internet de Aloizio Mercadante, concorrente ao governo de São Paulo, e de Marta Suplicy, postulante ao Senado. Onde não tiver, mandaremos”