quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A ESPERANÇA TEM QUE CONTINUAR

Plenária de apoiadores: Cabo Patrício emociona e motiva a todos




  • Valcir Araújo


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  • Valcir Araújo


  • Na noite de terça-feira (28), o deputado Cabo Patrício se reuniu com seus apoiadores e militantes no auditório do PT Nacional. O encontro foi emocionante. Patrício relembrou a história de sua vida, descreveu detalhes das primeiras mobilizações de militares e destacou um dos principais diferenciais do seu mandato: trabalhar sempre com dignidade e transparência. “Se não for assim, não vale a pena”, afirmou.

    Patrício destacou também a importância desses últimos dias de campanha e falou sobre o cenário político ainda instável do DF. “Precisamos usar toda nossa energia nessa reta final para pedir votos. Sei que muitos de vocês estão cansados, mas o número de indecisos é muito grande”, ressaltou.

    Patrício aproveitou a oportunidade para agradecer pelo apoio de cada um dos presentes. “Todos são importantes. Esse projeto é de todos nós. Cada um constrói um pouco dele a cada dia. Obrigado!”, finalizou. Veja as fotos
    PESQUISA INSTITUTO O PARLAMENTO: DEPUTADOS DISTRITAIS


    Publicado em 29/09/2010 por Donny Silva



    O Instituto O Parlamento sondou ainda as intenções de votos para deputado distrital. O número de indecisos é de 58,49%. A ocupação na Câmara Legislativa do Distrito Federal depende da coligação dos partidos e da proporcionalidade dos votos, o que dificulta saber se exatamente os 24 primeiros citados pela amostragem serão os 24 a ocuparem as cadeiras da Casa, mas serve de norte para os eleitores e candidatos nesta reta final de campanha.



    Se as eleições fossem hoje, em quem você votaria para deputado distrital? A pergunta foi feita a 1802 pessoas em todo o Distrito Federal e as respostas foram de forma espontânea – ou seja, não havia o nome de nenhum candidato para escolha dos entrevistados.



    Lidera a corrida à Câmara Legislativa a candidata Liliane Roriz, com 1,78% dos votos. Em seguida, Eliana Pedrosa, com 1,55% e Olair Francisco, com 1,50% dos votos. Chico Leite seria o quarto eleito, com 1,39% dos votos. Brancos e Nulos, 1,44%.



    A pesquisa ouviu 1802 pessoas em todo o Distrito Federal entre os dias 25 e 26 de setembro de 2010. Está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número: 33.758/2010.



    Os 24 primeiros colocados



    Liliane Roriz 1,78%



    Eliana Pedrosa 1,55%



    Olair Francisco 1,50%



    Chico Leite 1,39%



    Arlete Sampaio 1,28%



    Doutor Charles 1,22%



    Agaciel Maia 1,22%



    Paulo Roriz 1,22%



    Chico Vigilante 1,17%



    Cabo Patrício 1,17%



    Alírio Neto 1,11%



    Campanella 1,11%



    Raad 1,05%



    Celina Leão 1,05%



    Benedito Domingos 1,05%



    Benício Tavares 1%



    Marco Lima 1%



    Wasny de Roure 1%



    Roney Nemer 1%



    Cristiano Araújo 0,94%



    Lunardi 0,94%



    Ezequiel Nascimento 0,94%



    Batista das Cooperativas 0,89%



    Guarda Jânio 0,89%



    Fonte: Blog do Lívio Di Araújo
    Sem Roriz, Agnelo fica mais perto de vitória no 1º turno




    Petista teria 52% dos votos válidos contra 36% de Weslian, diz Datafolha



    A primeira pesquisa Datafolha após a desistência do candidato Joaquim Roriz (PSC) e da indicação de sua mulher, Weslian Roriz (PSC), mostra a retomada da vantagem de Agnelo Queiroz (PT), que aumenta a chance de ser eleito governador do Distrito Federal no primeiro turno.Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 28 e 29, Agnelo passou de 41% para 43%, enquanto Roriz caiu de 34% para 29%.



    Toninho (PSOL) cresceu mais dois pontos e chegou a 7% das intenções.Se considerados apenas os votos válidos, o petista teria 52%, e Roriz, 36%.Como a margem de erro é de três pontos percentuais, ele poderia ter entre 49% e 55%. Para vencer no primeiro turno, precisa ter mais de 50% dos votos válidos.A pesquisa revela também que Roriz caiu drasticamente nas citações espontâneas (quando os nomes dos candidatos não são mostrados ao entrevistado), passando de 30%, há uma semana, para 14%. Agnelo subiu de 33% para 36%.



    Como a desistência de Joaquim Roriz ocorreu após o prazo em que o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal poderia trocar os dados do candidato na urna eletrônica e como Weslian se registrou como Roriz, o Datafolha manteve esse nome no cartão que é exibido aos entrevistados.



    No entanto, o instituto também mediu a intenção de voto para a candidata Weslian Roriz.

    Nesse segundo cenário, Agnelo teria 54% dos votos válidos, contra 31% de Weslian Roriz (44% a 25% se tomados os votos totais).Os dois Roriz também são os candidatos mais rejeitados no Distrito Federal. Enquanto 36% afirmam que não votariam de jeito nenhum em Joaquim Roriz, 26% rejeitam Weslian Roriz, e 23% rejeitam Agnelo.



    SENADO

    Na disputa pelo Senado, os candidatos Cristovam Buarque (PDT), com 48%, e Rodrigo Rollemberg (PSB), com 38%, mantêm a liderança e seriam eleitos senadores pela capital federal se as eleições fossem hoje.Em terceiro lugar aparecem empatados Alberto Fraga (DEM), com 24%, e Maria de Lourdes Abadia (PSDB), com 23%.



    Se tomados somente os votos válidos (brancos e nulos são excluídos, e a soma das intenções de voto é 100%, não 200%), Buarque teria 34%, Rollemberg, 27%, Fraga, 17%, e Abadia, 16%. Informações da Folha.
    Mudando para o vermelho


    Eleições 2010 em 29/09/2010 às 21:15



    Agnelo, Lins





    O candidato do PSL ao GDF, Newton Lins, anuncia esta noite a desistência de sua candidatura e o apoio da Coligação Quero Mudar ao candidato do PT, Agnelo Queiroz. O namoro de Lins com Agnelo vem acontecendo já há algum tempo. A decisão chegou a ser anunciada, mas, Newton Lins considerou precipitada a divulgação da notícia e negou a adesão à época. Preferiu torná-la pública apenas às vésperas do pleito. Lins, Agnelo e demais integrantes das duas chapas majoritárias estão reunidos no Lago Sul, de onde deve sair o anúncio oficial do apoio.
    Deu na Folha de S. Paulo


    Datafolha/DF - Agnello mais perto da vitória



    Sem Roriz, Agnelo fica mais perto de vitória no 1º turno



    Petista teria 52% dos votos válidos contra 36% de Weslian, diz Datafolha



    A primeira pesquisa Datafolha após a desistência do candidato Joaquim Roriz (PSC) e da indicação de sua mulher, Weslian Roriz (PSC), mostra a retomada da vantagem de Agnelo Queiroz (PT), que aumenta a chance de ser eleito governador do Distrito Federal no primeiro turno.



    Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 28 e 29, Agnelo passou de 41% para 43%, enquanto Roriz caiu de 34% para 29%.



    Toninho (PSOL) cresceu mais dois pontos e chegou a 7% das intenções.



    Se considerados apenas os votos válidos, o petista teria 52%, e Roriz, 36%.



    Como a margem de erro é de três pontos percentuais, ele poderia ter entre 49% e 55%. Para vencer no primeiro turno, precisa ter mais de 50% dos votos válidos.



    A pesquisa revela também que Roriz caiu drasticamente nas citações espontâneas (quando os nomes dos candidatos não são mostrados ao entrevistado), passando de 30%, há uma semana, para 14%. Agnelo subiu de 33% para 36%.



    Como a desistência de Joaquim Roriz ocorreu após o prazo em que o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal poderia trocar os dados do candidato na urna eletrônica e como Weslian se registrou como Roriz, o Datafolha manteve esse nome no cartão que é exibido aos entrevistados.



    No entanto, o instituto também mediu a intenção de voto para a candidata Weslian Roriz.



    Nesse segundo cenário, Agnelo teria 54% dos votos válidos, contra 31% de Weslian Roriz (44% a 25% se tomados os votos totais).



    Os dois Roriz também são os candidatos mais rejeitados no Distrito Federal. Enquanto 36% afirmam que não votariam de jeito nenhum em Joaquim Roriz, 26% rejeitam Weslian Roriz, e 23% rejeitam Agnelo.



    Assinante do jornal leia mais em Sem Roriz, Agnelo fica mais perto de vitória no 1º turno
    Deu na Folha de S. Paulo


    Dilma para de cair e segundo turno é incerto



    Candidata do PT tem 52% dos votos válidos, contra 48% de todos os demais presidenciáveis, aponta Datafolha



    Serra oscila 1 ponto para baixo e Marina mantém índices; petista mostra recuperação em alguns dos estratos e regiões



    Fernando Canzian



    A candidata à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) conseguiu estancar a tendência de perda de intenções de voto dos últimos 20 dias e mantém seu favoritismo na atual disputa eleitoral.



    Segundo pesquisa nacional do Datafolha, encomendada pela Folha e pela Rede Globo e realizada ontem e anteontem com 13.195 eleitores, Dilma oscilou positivamente um ponto em relação ao último levantamento e tem 52% dos votos válidos na projeção para o primeiro turno.



    Seu principal adversário, José Serra (PSDB), oscilou um ponto para baixo e tem hoje 31% dos votos válidos. Marina Silva (PT) também variou negativamente um ponto, e está com 15%.



    A soma dos adversários de Dilma é de 48% dos válidos. Ela precisa de 50% mais um voto para vencer domingo.



    Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, é impossível afirmar com segurança que não haverá segundo turno.



    Considerando essa margem, Dilma pode, em seus limites, vencer com cerca de 54% dos votos válidos ou ter de enfrentar outra rodada eleitoral em 31 de outubro.



    No último levantamento do Datafolha, realizado na segunda-feira, Dilma havia perdido apoio ou oscilado negativamente em todos os estratos da população.



    Essa queda parece ter estancado. Dilma chegou a se recuperar no Sul, entre os eleitores de 35 a 59 anos e entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos (R$ 1.020 e R$ 2.550) - faixa em que tinha perdido mais votos no levantamento anterior.



    A petista também oscilou positivamente, dentro da margem de erro, em vários estratos da população, como entre eleitores com ensino fundamental e do Sudeste.



    "Ao menos momentaneamente, Dilma parou sua tendência de perda de votos", afirma o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.



    Antes da divulgação da quebra de sigilo fiscal de tucanos e da demissão da ex-braço direito de Dilma na Casa Civil, a ex-ministra Erenice Guerra, a petista chegou a ter 57% dos votos válidos.



    Duas semanas depois dos escândalos, Dilma caiu para 51%, perdendo nacionalmente cerca de 6 milhões de votos no período. Agora, a candidata oscila positivamente para 52%.



    Na simulação de segundo turno, a petista oscilou positivamente um ponto. Passou de 52% para 53%. O tucano manteve seus 39%.



    Sobre o conhecimento do número dos candidatos, 55% acertam os algarismos e 40% admitem desconhecê-los.



    No caso de Marina, apenas 39% citam corretamente o seu número.



    No de Dilma, 64%; e no de Serra, 53%.
    Deu na Folha de S. Paulo


    Após falar com Serra, Mendes para sessão



    Ministro do STF adiou julgamento que pode derrubar exigência de dois documentos na hora de votar, pedida pelo PT



    Candidato e ministro negam conversa, que foi presenciada pela Folha; julgamento sobre se lei vale continuará hoje



    Moacyr Lopes Junior e Catia Seabra



    Após receber uma ligação do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes interrompeu o julgamento de um recurso do PT contra a obrigatoriedade de apresentação dos dois documentos na hora de votar.



    Serra pediu que um assessor telefonasse para Mendes pouco antes das 14h, depois de participar de um encontro com representantes de servidores públicos em São Paulo.



    A solicitação foi testemunhada pela Folha.



    No fim da tarde, Mendes pediu vista (mais prazo para análise), adiando o julgamento. Sete ministros já haviam votado pela exigência de apresentação de apenas um documento com foto, descartando a necessidade do título de eleitor.



    A obrigatoriedade da apresentação de dois documentos é apontada por tucanos como um fator a favor de Serra e contra sua adversária, Dilma Rousseff (PT). A petista tem o dobro da intenção de votos de Serra entre os eleitores com menos escolaridade.



    A lei foi aprovada com apoio do PT e depois sancionada por Lula, sem vetos.



    Ontem, após pedir que o assessor ligasse para o ministro, Serra recebeu um celular das mãos de um ajudante de ordens, que o informou que Mendes estava na linha.



    Ao telefone, Serra cumprimentou o interlocutor como "meu presidente". Durante a conversa, caminhou pelo auditório. Após desligar, brincou com os jornalistas: "O que estão xeretando?"



    Depois, por meio de suas assessorias, Serra e Mendes negaram a existência da conversa.



    Para tucanos, a exigência da apresentação de dois documentos pode aumentar a abstenção nas faixas de menor escolaridade.



    Temendo o impacto sobre essa fatia do eleitorado, o PT entrou com a ação pedindo a derrubada da exigência.



    O resultado do julgamento já está praticamente definido, mas o seu final depende agora de Mendes.



    Se o Supremo não julgar a ação a tempo das eleições, no próximo domingo, continuará valendo a exigência.



    À Folha, o ministro disse que pretende apresentar seu voto na sessão de hoje.
    Deu na Folha de S. Paulo


    Após falar com Serra, Mendes para sessão



    Ministro do STF adiou julgamento que pode derrubar exigência de dois documentos na hora de votar, pedida pelo PT



    Candidato e ministro negam conversa, que foi presenciada pela Folha; julgamento sobre se lei vale continuará hoje



    Moacyr Lopes Junior e Catia Seabra



    Após receber uma ligação do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes interrompeu o julgamento de um recurso do PT contra a obrigatoriedade de apresentação dos dois documentos na hora de votar.



    Serra pediu que um assessor telefonasse para Mendes pouco antes das 14h, depois de participar de um encontro com representantes de servidores públicos em São Paulo.



    A solicitação foi testemunhada pela Folha.



    No fim da tarde, Mendes pediu vista (mais prazo para análise), adiando o julgamento. Sete ministros já haviam votado pela exigência de apresentação de apenas um documento com foto, descartando a necessidade do título de eleitor.



    A obrigatoriedade da apresentação de dois documentos é apontada por tucanos como um fator a favor de Serra e contra sua adversária, Dilma Rousseff (PT). A petista tem o dobro da intenção de votos de Serra entre os eleitores com menos escolaridade.



    A lei foi aprovada com apoio do PT e depois sancionada por Lula, sem vetos.



    Ontem, após pedir que o assessor ligasse para o ministro, Serra recebeu um celular das mãos de um ajudante de ordens, que o informou que Mendes estava na linha.



    Ao telefone, Serra cumprimentou o interlocutor como "meu presidente". Durante a conversa, caminhou pelo auditório. Após desligar, brincou com os jornalistas: "O que estão xeretando?"



    Depois, por meio de suas assessorias, Serra e Mendes negaram a existência da conversa.



    Para tucanos, a exigência da apresentação de dois documentos pode aumentar a abstenção nas faixas de menor escolaridade.



    Temendo o impacto sobre essa fatia do eleitorado, o PT entrou com a ação pedindo a derrubada da exigência.



    O resultado do julgamento já está praticamente definido, mas o seu final depende agora de Mendes.



    Se o Supremo não julgar a ação a tempo das eleições, no próximo domingo, continuará valendo a exigência.



    À Folha, o ministro disse que pretende apresentar seu voto na sessão de hoje.
    Cristovam e Rollemberg lideram disputa pelo Senado no DF





    Cristovam Buarque (PDT), com 48%, e Rodrigo Rollemberg (PSB), com 38%, mantêm a liderança e seriam eleitos senadores pelo DF se as eleições fossem hoje.



    Em terceiro lugar aparecem empatados Alberto Fraga (DEM), com 24%, e Maria de Lourdes Abadia (PSDB), com 23%.



    Se tomados apenas os votos válidos (brancos e nulos são excluídos, e a soma dá 100%, não 200%), Buarque teria 34%, Rollemberg, 27%, Fraga, 17%, e Abadia, 16%.



    A margem de erro máxima da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.



    Foram ouvidos 1.087 eleitores do DF.



    Contratada pela Folha e pela Rede Globo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 33.188/2010.



    + Notícias sobre eleições
    30/09/2010 - 01h15


    Agnelo recupera vantagem sobre Roriz no DF, aponta Datafolha


    DE SÃO PAULO



    A primeira pesquisa Datafolha após a desistência do candidato Joaquim Roariz (PSC) e da indicação de sua mulher, Weslian Roriz (PSC), mostra a retomada da vantagem de Agnelo Queiroz (PT), que aumenta a chance de ser eleito governador do Distrito Federal no primeiro turno.



    Segundo pesquisa Datafolha realizada nos dias 28 e 29, Agnelo passou de 41% para 43%, enquanto Roriz caiu de 34% para 29%. Toninho (PSOL) cresceu mais dois pontos e chegou a 7%.



    Se considerados apenas os votos válidos, o petista teria 52%, e Roriz, 36%.







    Como a margem de erro é de três pontos percentuais, ele poderia ter entre 49% e 55%. Para vencer no primeiro turno, precisa ter mais de 50% dos votos válidos.



    A pesquisa revela também que Roriz caiu drasticamente nas citações espontâneas (o nome do candidato não é mostrado ao entrevistado), passando de 30%, há uma semana, para 14%. Agnelo subiu de 33% para 36%.



    Como a desistência de Joaquim Roriz ocorreu após o prazo em que o Tribunal Regional Eleitoral do DF poderia trocar os dados do candidato na urna eletrônica e como Weslian se registrou como Roriz, o Datafolha manteve esse nome no cartão exibido aos entrevistados.



    No entanto, o instituto também mediu a intenção de voto para a candidata Weslian Roriz. Nesse segundo cenário, Agnelo teria 54% dos votos válidos, contra 31% de Weslian Roriz (44% a 25% se tomados os votos totais).



    O casal Roriz também são os candidatos mais rejeitados no Distrito Federal. Enquanto 36% afirmam que não votariam de jeito nenhum em Joaquim Roriz, 26% rejeitam Weslian Roriz, e 23% rejeitam Agnelo.



    Foram ouvidos 1.087 eleitores do DF. Contratada pela Folha e pela Rede Globo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 33.188/2010.

    Datafolha começa a ajustar sua curva ao vox populi

    Começa ficar difícil malhar os números quando é 5ª feira e as urnas serão abertas no domingo.



    O Datafolha de hoje (pesquisado nos dias 28 e 29) já mostrou Dilma subindo 1 ponto, e Serra e Marina caindo 1 (nos votos válidos), em relação à pesquisa de 2ª feira.



    A Folha, diz que Dilma "parou de cair". Se ler o texto diz que ela "se recuperou" em vários segmentos:



    ... Dilma chegou a se recuperar no Sul, entre os eleitores de 35 a 59 anos e entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos (R$ 1.020 e R$ 2.550) --faixa em que tinha perdido mais votos no levantamento anterior.



    A petista também oscilou positivamente, dentro da margem de erro, em vários estratos da população, como entre eleitores com ensino fundamental e do Sudeste.
    Dilma para de cair, tem 4 pontos a mais que soma dos rivais e 2º turno é incerto




    FERNANDO CANZIAN

    DE SÃO PAULO



    A candidata à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) conseguiu estancar a tendência de perda de intenções de voto dos últimos 20 dias e mantém seu favoritismo na atual disputa eleitoral.



    Segundo pesquisa nacional do Datafolha, encomendada pela Folha e pela Rede Globo e realizada ontem e anteontem com 13.195 eleitores, Dilma oscilou positivamente um ponto em relação ao último levantamento e tem 52% dos votos válidos na projeção para o primeiro turno.







    Seu principal adversário, José Serra (PSDB), oscilou um ponto para baixo e tem hoje 31% dos votos válidos. Marina Silva (PV) também variou negativamente um ponto, e está com 15%.





    A soma dos adversários de Dilma é de 48% dos válidos. Ela precisa de 50% mais um voto para vencer domingo.



    Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, é impossível afirmar com segurança que não haverá segundo turno.



    Considerando essa margem, Dilma pode, em seus limites, vencer com cerca de 54% dos votos válidos ou ter de enfrentar outra rodada eleitoral em 31 de outubro.



    No último levantamento do Datafolha, realizado na segunda-feira, Dilma havia perdido apoio ou oscilado negativamente em todos os estratos da população.



    Essa queda parece ter estancado. Dilma chegou a se recuperar no Sul, entre os eleitores de 35 a 59 anos e entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos (R$ 1.020 e R$ 2.550) --faixa em que tinha perdido mais votos no levantamento anterior.



    A petista também oscilou positivamente, dentro da margem de erro, em vários estratos da população, como entre eleitores com ensino fundamental e do Sudeste.



    MOVIMENTOS



    "Ao menos momentaneamente, Dilma parou sua tendência de perda de votos", afirma o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino.



    Antes da divulgação da quebra de sigilo fiscal de tucanos e da demissão da ex-braço direito de Dilma na Casa Civil, a ex-ministra Erenice Guerra, a petista chegou a ter 57% dos votos válidos.



    Duas semanas depois dos escândalos, Dilma caiu para 51%, perdendo nacionalmente cerca de 6 milhões de votos no período. Agora, a candidata oscila positivamente para 52%.



    Na simulação de segundo turno, a petista oscilou positivamente um ponto. Passou de 52% para 53%. O tucano manteve seus 39%.



    Sobre o conhecimento do número dos candidatos, 55% acertam os algarismos e 40% admitem desconhecê-los.



    No caso de Marina, apenas 39% citam corretamente o seu número. No de Dilma, 64%; e no de Serra, 53%.



    O percentual de indecisos é de 6%, e outros 3% votarão em branco ou nulo. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) teve 1% das intenções dos votos. Os demais candidatos, juntos, não atingiram 1%.



    A margem de erro da pesquisa Datafolha, feita nos dias 28 e 29 deste mês, é de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidos 13.195 eleitores em 480 municípios.



    O número do registro no Tribunal Superior Eleitoral é o 33119/2010.