quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Não troque o certo pelo duvidoso: José Serra quer acabar com o ProUni para criar o Protec. Dilma dará continuidade aos programas de Lula






O candidato à presidência da República, José Serra (PSDB), anda prometendo criar um Prouni do ensino técnico de nome (Protec).Na verdade, José Serra vai acabar com o ProUni e criar o Protec, O Prouni é um programa criado pelo Governo Lula que oferece bolsas para estudantes pobres das universidades ou faculdades públicas e privadas. Neste caso, Serra quer acabar com o ProUni por ser um programa criado durante o governo Lula e incentivar o repasse de dinheiro federal, através de bolsas, para estudantes só de ensino técnico.Antes do governo Lula assumir a presidência, pobre não cursava universidade. José Serra, que faz carreira na política, já estava governando São Paulo há 16 anos, e não fez nada para estudantes carentes





José Serra, DEM e PSDB, são partidos políticos de elite. Não gostam de pobres. O DEM, partido que apóia José Serra e partido do vice de Serra, está tentanto acabar com as cotas para negros e o ProUni.





DEM quer acabar com as cotas nas universidades





A constitucionalidade ou não do sistema de reserva de cotas para ingresso nas universidades, com base em critérios raciais, deve ser decidida pelo Supremo Tribunal Federal pelo ministro Ricardo Lewandowski





DEM quer acabar com as cotas





O partido Democratas ajuizou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o sistema de cotas raciais da Universidade de Brasília (UnB). Na ação, feita pela procuradora no Distrito Federal Roberta Fragoso Kaufmann, o partido pede que as cotas raciais sejam declaradas inconstitucionais e que sejam suspensas as matrículas de alunos cotistas aprovados no último vestibular da UnB





DEM e PSDB querem acabar com o ProUni





O caso é o seguinte: O DEM (ex-PFL) se juntou a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino particular, e resolveram bater às portas do Supremo Tribunal Federal, sustentando a inconstitucionalidade dos atos que criaram o ProUni. Levaram para a Corte a discussão da legalidade de ações afirmativas baseadas em critérios de renda e de raça para o acesso ao ensino superior. DEM do vice do Serra e PSDB do Serra tomaram a primeira pancada, pelo voto do ministro-relator Carlos Ayres Britto.Todas as matérias relacionadas ao assunto, você encontra nessse link





Como sempre, José Serra mente, engana, para roubar seu voto. Não há intenção alguma do tucano criar programas que levem estudantes pobres para a Universidade. Se, fosse verdadeira a afirmação do tucano, ele teria criado o tal Protec em São Paulo, onde o PSDB governa há mais de 20 anos. No entanto, o que tem em SP, são cursos técnicos, reprovado pelo aluno paulista.





Recentemente, a Folha de São Paulo, publicou uma matéria onde diz que, O Estado de São Paulo foi o que mais "exportou" alunos para outros locais, 2.531 ao todo, e o que menos recebeu gente de fora.Pena que é uma notinha para assinante. Mas a Folha tucana confessa; No governo de FHC, o número de vagas nas universidades federais em São Paulo no vestibular era de 43%; no de Lula,é de 260%, com a ampliação de unidades já existentes e a criação da UFABC (federal do ABC).





Não caia na conversa mole de José Serra. Ele não fez Protec em 20 anos que governa São Paulo...Por que só agora durante a eleição resolveu dizer que vai fazer?
Mais mentira de Serra no Jornal Nacional




No Jornal Nacional de ontem, José Serra disse que "quer comparar a trajetória política com a candidata adversária, mas sem ataques pessoais".



Ora, a campanha toda dele tem feito justamente o contrário. Fugiu da comparação política e recorreu à calúnias e difamação. Não por acaso pegou apelido de Zé Baixaria. Basta ver o tanto de processos que ele tem que responder por calúnia.



Demo-tucanos de sua campanha, estão espalhando emails (spam) mentirosos e sórdidas, coisa de delinquentes.



Serra sairá derrotado, e como um caluniador, entrando para a história como a candidatura mais suja de todos os tempos, como nunca antes nesse país, e correndo o risco de ser condenado a pena de prisão por calúnia e injúria.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Serra é recebido com vaias e protestos em SP e tem que fugir do povo



O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, foi xingado ontem por um grupo de moradores na zona leste paulistana, ao visitar as obras de uma avenida.




Os manifestantes se declararam revoltados porque a execução das obras provocou rachaduras nas casas. Alguns jogaram pedras e areia em direção à comitiva. Serra precisou entrar no carro e fugir do povo.



O Jornal da TV Record (video acima) e da Band noticiaram os fatos. O Jornal Nacional, da TV Globo, mentiu: escondeu o protesto, e ainda disse que "Serra foi abraçado por moradores".

Carreira política de Serra

As bancadas


Se Agnelo Queiroz (PT) ganhar, além dos 14 distritais que se elegeram pela Coligação Novo Caminho, devem integrar a base governista os deputados Eliana Pedrosa (DEM), Benedito Domingos (PP) e Aylton Gomes. São 17.





Se Weslian Roriz (PSC) ganhar, a bancada eleita pela Coligação Esperança Renovada hoje com 10 deputados ganharia Cristiano Araújo (PTB), Agaciel Maia (PTC) e Rôney Nemer (PMDB). Pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, Evandro Garla (PRB) herdou os votos de Aguinaldo de Jesus (PRB) e se seguir o caminho do antecessor poderá apoiar a mulher do ex-governador Roriz. São 14.
Agnelo mostra força no 1º turno


05/10/2010



O candidato da coligação Novo Caminho ao governo do DF, Agnelo Queiroz, foi o grande vencedor do 1º turno das eleições. Agnelo recebeu 676.394 votos, o que corresponde a 48,40% dos votos válidos (excluindo brancos e nulos). Contra 31% da concorrente ao Buriti. Somando os percentuais dos candidatos que são de oposição ao modelo implantando por Joaquim Roriz e sua turma durante os úlitmos 14 anos, 70% dos eleitores de Brasília querem um Novo Caminho para a cidade, não aceitam mais a bagunça, a desordem e a corrupção que tomaram conta da capital.



Após a confirmação do segundo turno, Agnelo mostrou a satisfação pela quantidade de votos: “Estou 20 pontos à frente. A margem de votação deixa evidente que há dois projetos: um novo caminho e o atraso, que é o projeto da família rorizista, que tenta se manter no poder a qualquer custo e desmoraliza o DF”. O candidato ao Palácio do Buriti Agnelo Queiroz (PT) foi o mais votado em 18 das 21 zonas eleitorais do Distrito Federal (DF). Segundo dados divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF).



Em duas outras zonas, a 1ª e a 11ª — que incluem a Asa Sul, o Cruzeiro, a Octogonal, o Sudoeste e o Setor de Indústrias Gráficas (SIG) — o candidato Toninho do PSol foi o segundo mais votado, passando à frente de Wesliam Roriz. Agnelo já traçou a estratégia do 2º turno: “Vou conversar com o povo agora. Será um mês intenso para mobilizar a população e conseguir ganhar essa eleição. Quero recuperar a auto-estima e a credibilidade da nossa cidade”, afirmou.



Formado em medicina, Agnelo já foi deputado federal e Ministro do Esporte no governo Lula. Já a candidata Weslian Roriz não tem experiência alguma e pela primeira vez disputa um cargo político. Ela substitui o marido, Joaquim Roriz, que desistiu da candidatura por não conseguir o registro, por conta da Lei da Ficha Limpa.
ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL




Weslian é dúvida nos debates



Coordenação da campanha do PSC diverge sobre a presença da candidata nos embates televisivos com o adversário Agnelo Queiroz. Ao contrário do primeiro turno, avaliação é de que ela talvez não precise se expor e privilegie o corpo a corpo com o eleitor. É incerta a presença de Weslian Roriz (PSC) nos debates deste segundo turno.



O grupo que apoia o casal 20 está dividido entre incentivar a participação da ex-primeira dama e preservá-la dos programas, que na reta final do primeiro turno repercutiram mal para a candidata. Por isso, ainda não há definição sobre a ida da mulher de Joaquim Roriz nos embates televisivos contra Agnelo Queiroz (PT). Hoje, a tendência é de que ela seja preservada. Serão pelo menos cinco confrontos.



Na primeira fase da campanha, houve indefinição sobre a presença deWeslian nos debates daTV.Sem experiência como candidata, ela nunca havia participado de programa com tal formato. Mas os assessores de Roriz chegaram a uma cordo de que ela deveria se apresentar. Afinal, havia muita dúvida sobre a candidatura da ex-primeira dama. A própria Justiça ainda não havia se posicionado sobre a legalidade do registro de Weslian. “Era necessário mostrar literalmente que havia uma representante de Roriz, ao contrário da confusão que o grupo adversário tentava provocar.



Agora, esse fator não existe mais. É um erro expor Weslian a partir de agora”, diz um dos assessores mais próximos do ex-governador. Com base nessa circunstância, o grupo correu o risco de expor Weslian na TV. Seria a primeira vez que ela apareceria. Preparada de última hora, acabou ficando insegura e cometeu deslizes. Alguns deles viraram motivo de chacota.



Na última semana,Weslian tornouse o tema mais comentado no Twitter. Foi topo do ranking mundial da rede social no dia do debate da TV Globo. Em um dos momentos mais repetidos,Weslian disse que defenderia “toda essa corrupção”.Um ato falho, é claro, mas que foi usado pelos críticos como munição para atacá-la.



Mesmo assim, um grupo com forte poder de influência sobre Roriz acha que ela teve bons momentos durante os debates.Um deles foi quando desconcertou Agnelo ao provocá-lo quanto à questão sobre o aborto. Agnelo se atrapalhou e só respondeu à adversária como atraso de um bloco.



Desde o resultado do primeiro turno, o grupo rorizista tem preservado Weslian. Até agora, a candidata não teve compromisso público e tem evitado entrevistas. Somente hoje, três dias depois do primeiro turno, é que a ex-primeira dama marcou uma agenda externa.



Irá a Vila Planalto. Com três semanas de campanha, os aliados de Roriz investem em prepará-la melhor para as aparições e abordagens da imprensa. O grupo estuda a contratação de um media trainning para prepará-la na hipótese de ela aceitar o convite dos debates. O coordenador de Comunicação da campanha de Weslian, Paulo Fona, diz que ainda não há nenhuma decisão tomada sobre o assunto. “Estamos em processo de avaliação”, afirmou.



O grupo que se posiciona contrário à participação de Weslian nos debates usa como argumento que o forte da ex-primeira dama é corpo a corpo, o contato direto com os eleitores. Assim como Roriz, ela é considerada carismática. Informações do Correio Braziliense
Dilma volta a dizer que é a favor da vida




Gerson Camarotti, O Globo



Com votação insuficiente para ganhar no primeiro turno, a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, voltou a dizer nesta terça-feira que é a favor da vida.



O objetivo é recuperar votos perdidos após uma campanha propagada na internet opondo a petista a valores cristãos. Entre as ideias atribuídas à Dilma estão a defesa do aborto e a declaração de que nem nem Jesus Cristo arrancaria dela a vitória na eleição.



- Não tenho o menor problema de tocar nesta questão religiosa. Eu considero muito importante afirmar que o meu projeto, que foca nas pessoas marginalizadas, é um projeto a favor da vida. Tenho certeza que a minha proposta de tirar da pobreza e da miséria milhões e milhões de brasileiros tem tudo a ver com todas as religiões do Brasil. O Brasil é um país que tem uma força muito grande na religião cristã.



Dilma fez questão de ressaltar ainda a religião da família e o nascimento do seu neto, ocorrido em setembro.



-Eu particularmente sou de uma família católica. Se não, eu não tinha colocado a minha vida em risco. Só quem é a favor da vida tem condições e a generosidade suficientes que a gente deve em todas as circunstâncias afirmar a vida. Mas sobretudo, eu tenho hoje muita felicidade de ter passado nesta campanha uma experiência pessoal muito forte: o nascimento do meu neto. Mais do que tudo eu sou a favor da vida.
Deu no Correio Braziliense


O imprevisível nas pesquisas



De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi



Ainda é cedo para fazer um balanço definitivo sobre o desempenho das pesquisas nestas eleições. Como em muitas coisas, é bom deixar o tempo passar, pois ele ajuda a reflexão criteriosa.



Quem o fará com mais cuidado e menos paixões são os cientistas sociais nas universidades. Hoje, existem vários grupos de pesquisadores no meio acadêmico voltados para o estudo das pesquisas de opinião pública, especialmente de intenção de voto nas campanhas eleitorais.



Caberá a eles avaliar se os institutos que publicam resultados (pois há outros que se dedicam apenas ao assessoramento de candidatos, conduzindo pesquisas “internas”) repetiram seu desempenho de anos passados. Desde a redemocratização, os brasileiros têm sido sistematicamente melhores que os americanos e europeus em termos de “capacidade preditiva” (se isso for, de fato, o indicador de qualidade a considerar).



Mas, e em 2010? Será que ficaremos aquém da performance de outros anos? Será que todos os institutos tiveram desempenho parecido ou alguns destoaram da média?



Nenhuma pesquisa feita ao longo das últimas semanas havia antecipado alguns dos resultados das urnas no domingo. O mais significativo, pois foi o que terminou levando a eleição presidencial para o segundo turno, foi o tamanho do voto em Marina. Todas mostravam que ela estava crescendo, mas nenhuma (das publicadas) identificou que chegaria aonde chegou.



Em Minas Gerais, as pesquisas indicavam que Antonio Anastasia se elegeria com folga, permitindo estimar que ultrapassasse seu adversário por até 1,5 milhões de votos. Abertas as urnas, viu-se que havia quase dobrado esse número, chegando perto dos 3 milhões.



Também em outros estados, as pesquisas para os governos estaduais acertaram o nome do eleito, mas não identificaram corretamente a proporção de votos obtidos, que chegou a ficar muito distante em alguns. Em pelo menos dois, onde havia uma sinalização de vitória no primeiro turno, os candidatos terão que se enfrentar outra vez. Em muitos, as eleições para o Senado revelaram surpresas.



Voltemos às eleições presidenciais. Todas as pesquisas divulgadas na véspera concordavam que a chance de segundo turno havia crescido, mas nenhuma foi capaz de garanti-lo na proporção em que veio. Sempre se pode dizer que, na margem, acertaram todas, mas é mais que isso que a opinião pública espera dos institutos brasileiros, até por que eles a acostumaram a desempenho melhor.



A performance de Marina em alguns estados superou as expectativas. Esperava-se que ela se saísse bem no Distrito Federal, mas não que terminasse em primeiro lugar. Que fosse bem votada no Rio de Janeiro, mas não que causasse o estrago que trouxe a Dilma ou que a superasse em diversas cidades importantes do estado.



Olhando as pesquisas nos 8 estados em que Serra teve mais votos que Dilma, apenas em três – São Paulo, Paraná e Santa Catarina- a antecipação desse resultado era possível. Nos demais, todas apontavam vitória da candidata do PT, fora da margem de erro.



O que deduzir dessa lista de desacertos? Que as pesquisas erram? Que não são capazes de fornecer ao eleitor uma informação fidedigna? Que sua divulgação deveria ser cerceada, para não induzir as pessoas a um voto de conveniência assentado em referências inexatas?



Discussões como essas são comuns no mundo inteiro e não mudam o fato de as pesquisas de intenção de voto fazerem parte intrínseca da cultura democrática moderna. Acertando e errando, elas continuarão.



O que parece certo é que houve um elemento de imprevisibilidade nas eleições de domingo. Decisões de última hora, fatores inesperados, alteraram tendências que pareciam sólidas. As pesquisas não previram determinados resultados pelo simples fato de que eram imprevisíveis.



O bom é que tudo isso mostra que o efeito da divulgação de pesquisas na opinião pública é muito menor do que temem alguns. Se dependesse delas, Marina teria tido metade da votação que obteve.
Segundo turno é guerra só contra as malvadezas do Zé Baixaria - parte 1




Eleição no segundo turno exige a construção de pontes e de diálogo entre diferentes. Exige buscar, senão consensos, pelo menos concessões, dentro do razoável, de parte a parte.



Então é hora de guerrear só contra o Zé Baixaria, suas malvadezas, e sua campanha do ódio.



Aos outros, precisamos dialogar com argumentos, saber ouvir também, fazer um chamado à razão, mostrar as qualidades, ser humilde para ouvir o que os outros acham que são deficiências, exercitar a auto-crítica, e procurar aparar arestas.



Não há sentido, num segundo turno, por exemplo, hostilizar Marina Silva sem motivo.



Digamos que o segundo turno fosse entre Marina e Serra. Eu não pensaria nem um segundo e votaria em Marina de olhos fechados.



Acredito que, da mesma forma muitos eleitores dela votarão em Dilma, independente do que decidir o PV, e mesmo independente do que ela própria decidir.



Ela foi uma boa Ministra do Meio Ambiente do governo Lula, foi um quadro histórico do PT. Teve diferenças no primeiro turno com Dilma, mas foi uma disputa civilizada, com poucos atritos, dentro do debate político aceitável.



Marina procurou espaço que julgou encontrar melhor no PV, e tornou-se uma liderança política nacional. A gente reclama que dividiu um pouco os votos, mas convenhamos que é direito dela escolher seu caminho, com seus ônus e bônus, acertos e erros.



E convenhamos também que não haveria grandes dificuldades em compor um governo com ela, aparando arestas. Ela já foi ministra quando estava no PT, e o PV já fez parte do governo Lula, com Gilbeto Gil e Juca Ferreira no Ministério da Cultura.



Tirando alguns projetos, não existe tanta diferença assim na questão ambiental. Tanto que Carlos Minc foi sucessor dela, e eram bastante próximos. O governo Lula teve muito mais determinação para alocar verbas e dar recursos para proteção ambiental do que os governos passados. Na questão social, econômica, geração de empregos, educação, saúde, Marina não apresenta discordâncias sensíveis.



Não sabemos qual será a decisão do PV. Por cálculo político, eu penso que a decisão política mais provável seria liberar o voto para cada um apoiar quem quisesse. Cada parte do PV poderia fazer sua composição nos estados e o discurso de Marina foi de tentar ser uma terceira via para eleitores dos dois lados. Caso apóie um lado perderá o outro, descaracterizando um pouco o que conquistou no primeiro turno. Isso é um cálculo simplista e direto. É claro que as negociações partidárias pode mudar tudo.
Segundo turno é guerra só contra as malvadezas do Zé Baixaria - parte 2




Não faz sentido, neste segundo turno, reclamar do povo como ele é, com sua fé e suas convicções. Temos de dialogar e esclarecer mal entendidos, boatos e baixarias.



Quem não gosta do povo brasileiro do jeito que ele é, são os tucanos da elite. Eles gostariam de trocar de povo se pudessem, por um povo europeu ou estadunidense.



Nós somos parte do povo como ele é, e amamos ser assim, inclusive respeitando as convicções e liberdade religiosa de cada um.



Cabe ao governo da Dilma continuar proporcionando amplo acesso à cidadania para todos, direito à educação de qualidade para todos, acesso democrático à informação ampla, e diálogo respeitoso, inteligente e democrático, para que cada um decida bem informado, sem ter que abrir mão de suas convicções, e com sua consciência sobre o que acha certo ou errado.



O Brasil no governo Lula foi um país de todos, e governou para todos. A proposta do governo Dilma é exatamente a mesma.



Outra coisa que não faz sentido é hostilizar Igrejas. As lutas por justiça social das igrejas, seja a católica, sejam as evangélicas, sempre foram as mesmas do PT e do governo Lula. O combate à fome, à pobreza, a inclusão social, a grande maioria dos tópicos de direitos humanos, são exemplo de convergência. Não faz sentido abrir uma briga por questões pontuais que podem ser aparadas, com um bom diálogo, esclarecimento, e concessões entre as partes. E não faz sentido brigar com toda uma igreja por causa de alguns de seus membros.



Vamos exercitar a tolerância, o diálogo, com todas as pessoas de boa vontade, e dirijar a luta de fato contra o Zé Baixaria e sua turma, porque com ele o diálogo é impraticável, e o prejuízo para o Brasil seria irreparável.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

O rap da Dona Weslian

Agnelo Queiroz foi o mais votado em 18 das 21 zonas eleitorais do DF






Noelle Oliveira



Publicação: 04/10/2010 18:01 Atualização: 04/10/2010 19:01



O candidato ao Palácio do Buriti Agnelo Queiroz (PT) foi o mais votado em 18 das 21 zonas eleitorais do Distrito Federal (DF). Segundo dados divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), Weslian Roriz (PSC) aparece na frente do petista apenas em três zonas -- a 2ª, a 13ª e a 21ª -- que incluem respectivamente cidades como o Paranoá, Itapoã, Lago Norte, Varjão, Samambaia e Recanto das Emas. Os dois disputarão no próximo dia 31 o segundo turno das eleições para o governo local.



Em duas outras zonas, a 1ª e a 11ª -- que incluem a Asa Sul, o Cruzeiro, a Octogonal, o Sudoeste e o Setor de Indústrias Gráficas (SIG) -- o candidato Toninho do PSol foi o segundo mais votado, passando à frente de Wesliam Roriz. A Asa Sul foi a região que mais registrou, percentualmente, votos nulos. Foram 7,19% dos 87.412 votos apurados. Em contrapartida, a 4ª zona eleitoral -- que engloba Gama e Santa Maria -- foi a que registrou o menor percentual de votos nulos, com 3,71% de um total de 96.635 votos apurados.



O TRE ainda discute se a foto de Wesliam Roriz será colocada nas urnas eletrônicas para a votação do segundo turno. No último domingo, o eleitor que optou pela candidata do PSC viu em seu lugar a foto do ex-governador Joaquim Roriz, marido de Wesliam. Para determinar se ocorrerá ou não a troca, o TRE fez uma consulta formal ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aguarda o pronunciamento da instância.