quarta-feira, 28 de julho de 2010

Rorizistas fazem pouco caso


Eleições 2010 em 28/07/2010 às 12:10



Agnelo, Roriz, Salviano





O staff da campanha do ex-governador Joaquim Roriz não contabiliza a perda de aliados para a campanha do adversário Agnelo Queiroz (PT). Isso porque, até agora, apenas um tucano trocou de lado: o ex-presidente da Câmara Legislativa Salviano Guimarães. Os rorizistas fazem piada da representatividade que Salviano levou para os petistas : segundo contabilizam, o ex-distrital foi eleito em 199o com 4.801 votos e, mesmo tendo sido presidente da Câmara, reduziu sua votação, na eleição seguinte, à metade: 2.171. Desde então não se candidatou mais e também não participava das discussões do partido.



O descaso com a debandada ficou ainda maior depois que o ex-ministro do STF Maurício Correa, cotado para também aderir à campanha petista adiou a decisão. Correa afirmou à imprensa que, por enquanto, não subiria em palanques.
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Mobilização contra fichas sujas

Eleições 2010, TRE em 28/07/2010 às 11:03



Ficha Limpa, manifestação





Uma grande manifestação está sendo organizada em defesa da aplicação da Lei de Lei Ficha Limpa pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal nestas eleições. Promovida pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), a mobilização é para que os candidatos fichas sujas não consigam confirmar suas candidaturas este ano.



O protesto está marcado para a próxima quarta-feira, 4 de agosto, em frente ao Memorial JK no Eixo Monumental. Os candidatos ao GDF Toninho do PSOL e Rodrigo Dantas (PSTU) vão estar presetnes. A concentração está marcada para às 16h. Para mais informações
Agnelo passa a tarde desta quarta no Riacho Fundo II






Publicação: 28/07/2010 12:04 Atualização: 28/07/2010 12:07



O candidato ao Palácio do Buriti pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Agnelo Queiroz, que vem apostando no corpo a corpo desde o início da campanha eleitoral, passa a tarde desta quarta-feira (28/7) no Riacho Fundo II.



Às 14h, se reunirá com moradores e chacareiros do Caub I, condomínio da região. Mais tarde, ele conversa com servidores da Saúde da cidade, em frente à prefeitura comunitária, na QC 6. A partir de 15h30, haverá uma caminhada nas quadras comerciais - QN 7/8 da avenida central.



De acordo com a assessoria de imprensa do aspirante ao Buriti, pela manhã, ele participou de um café da manhã no Setor de Diversões Sul, que, inicialmente, foi aberto ao público, mas depois restrito a membros do partido. Às 19h30, ele participa do lançamento da candidatura a distrital de Chico Vigilante, no Teatro dos Bancários, na Asa Sul.

Agenda Cabo Patrício dias 30 e 31 de julho de 2010

30 de JulhoAniversário do 8° Batalhão


31 de JulhoCarreata do Cabo Patrício no Gama

Cabo Patrício e Agnelo em São Sebastião

São Sebastião recebe Agnelo e Cabo Patrício




David Ribeiro David Ribeiro

O deputado Cabo Patrício dedicou o domingo (25) a percorrer as ruas de São Sebastião, acompanhando a agenda do candidato petista ao GDF, Agnelo Queiroz. Também estiveram juntos na atividade o candidato a vice na chapa, Tadeu Filippelli, e os candidatos ao Senado, Cristovam Buarque e Rodrigo Rollemberg. A receptividade dos candidatos por parte da população foi calorosa. Antes da inauguração do comitê majoritário na cidade, uma parada em loja de instalação de som para carros gerou uma cena divertida: Patrício, Agnelo e Filippelli atuaram como DJs, ao lado do DJ Tomate, e se saíram muito bem

Palavra de Cabo Patrício

2010


"Essa é a eleição de nossas vidas"



David Ribeiro David Ribeiro David Ribeiro

O deputado Cabo Patrício se reuniu, na noite desta segunda-feira (26), com policiais e bombeiros militares que apóiam seu mandato. O encontro reuniu centenas de pessoas no comitê do Gama. Em seu discurso, Patrício destacou a importância desse processo eleitoral. "Essa é a eleição das nossas vidas", repetiu Patrício, algumas vezes. "Não podemos permitir o retorno do ex-governador Joaquim Roriz. Se isso acontecer, será um retrocesso enorme para policiais e bombeiros militares", explicou.



Patrício relembrou toda a história dos movimentos realizados no DF e todas as conquistas obtidas, desde 2000. "No Rio Grande do Norte, 8h de serviço voluntário representam apenas R$ 20. No Espírito Santo, a escala é de 12 horas trabalhadas para 6 horas de folga. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul pagam menos de R$ 1 mil para os profissionais", comparou.



Patrício lembrou que as conquistas do DF são fruto de muita luta, mobilização e unidade da categoria. E lembrou: "Mas ainda há muito o que ser feito. Nós precisamos inverter a pirâmide."



Em relação a disputas com coronéis, o deputado citou vários exemplos que demonstram a revolta deles. "Como a implantação da exigência do curso de nível superior para ingresso na PM, que em breve será realidade para os bombeiros", detalhou.



Patrício terminou o discurso destacando que a responsabilidade dos policiais e bombeiros militares nesse processo é enorme. "Temos que eleger o companheiro Agnelo no primeiro turno. Cabe a nós ir para as ruas pedir votos e evitar que a corrupção continue enraizada nas instituições", finalizou.

Agenda Agnelo dia 28 de julho de 2010

Agnelo Queiroz (Coligação Um Novo Caminho)




9h - Café de manhã no Setor de Diversões Sul



14h - Conversa com Moradores e Chacareiros do CAUB I



15h - Conversa com o pessoal da Saúde do Riacho Fundo II



15h30 - Caminhada no Comércio do Riacho Fundo II
Candidato do PT faz corpo a corpo na Rodoviária




Natasha Dal Molin

natasha.dalmolin@jornaldebrasilia.com.br









A Rodoviária do Plano Piloto foi o local escolhido para o principal evento político da agenda de ontem dos candidatos ao GDF pela coligação Um novo caminho. O intenso movimento do local no horário do retorno dos trabalhadores para casa aumentou ainda mais com a multidão de militantes petistas e peemedebistas que participaram do corpo a corpo dos candidatos majoritários e proporcionais.







Muitos passageiros estranharam a intensa movimentação e alguns lançavam até palpites sobre quem estaria causando tamanho alvoroço. "É o Lula?", questionava uma mulher na fila para pegar o ônibus. Agnelo Queiroz (PT), Tadeu Filippelli (PMDB), Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB) foram bem recebidos pela maioria da população presente.





A comitiva, que contava ainda com candidatos a deputado distrital e federal, ouviu reclamações dos comerciantes e de passageiros relacionadas ao transporte público, à segurança e à infraestrutura do local. Agnelo, Filippelli, Rollemberg e o candidato a deputado distrital Chico Vigilante (PT) comeram pastel e tomaram caldo de cana em uma tradicional pastelaria.







Eles comemoraram a boa receptividade. "A Rodoviária é um lugar muito importante e simbólico, pois por aqui passam pessoas de todos os lugares do DF", analisou Agnelo. Ele disse que costuma frequentar o local mesmo sem ser em período de eleição e fez inúmeras promessas de melhorias para o local, para ter "padrão de shopping". Um pequeno mas potente minicarro de som reproduzia o jingle de Agnelo, que prometeu voltar mais vezes.
Agnelo quer indenização de delegado


O candidato petista Agnelo Queiroz entrou com uma ação com pedido de indenização no valor de R$ 50 mil contra o delegado Giancarlos Zuliani Júnior, da Divisão de Combate ao Crime Organizado (DECO) da Polícia Civil do DF.





O delegado foi responsável pelas investigações da Operação Shaolin sobre desvios de recursos do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte.

Deu no Correio Braziliense

Escândalos da Caixa de Pandora criaram um abismo entre os candidatos e os financiadores






Ana Maria Campos



Lilian Tahan



Publicação: 28/07/2010 06:20 Atualização: 28/07/2010 06:21



O inquérito da Caixa de Pandora ainda não foi finalizado. Mas um dos resultados da crise institucional, que completou ontem oito meses, é a mudança de perfil da campanha eleitoral em curso no Distrito Federal. Os políticos candangos, que sempre trabalharam com folga de caixa, agora estão de pires na mão. Há uma desconfiança mútua entre arrecadadores e doadores. Quem costumeiramente contribuía, este ano quer evitar constar da lista oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os empresários investigados pelo Ministério Público Federal querem se preservar. Investiram no passado, mas agora vão tomar cuidado redobrado, o que significa, em alguns casos, simplesmente não participar da eleição. Das 40 prestadoras de serviço parceiras dos políticos encrencados na Caixa de Pandora, a expectativa é de que nenhuma colabore no caixa oficial dos concorrentes.



O efeito dessa retração é o esfriamento da campanha. Ao contrário de disputas anteriores, os candidatos estão sendo obrigados a poupar recursos na arrancada do processo para reforçar a reta final, a partir de meados de agosto, quando começa o horário eleitoral. O Correio ouviu estrategistas das campanhas que confirmaram, nos bastidores, a excepcionalidade deste pleito. “É uma desconfiança jamais experimentada. Nem os empresários querem se comprometer, assim como os candidatos estão tomando todas as precauções para evitar novos escândalos”, disse um dos principais integrantes da coligação encabeçada por Agnelo (1) Queiroz (PT).



Assim como as empresas temem relacionar a marca ao meio político, os candidatos não querem ter a imagem associada publicamente às prestadoras investigadas pelo Ministério Público Federal, sob denúncia de corrupção no governo de José Roberto Arruda (DEM). Por isso, buscam alternativas. Empresas com sede em outros estados, como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, ou que não foram citadas nas investigações são cobiçadas pelos tesoureiros das campanhas.



Instabilidade jurídica

Parte da resistência dos empresários em contribuir agora se deve também à instabilidade jurídica das eleições. Bem cotado nas pesquisas eleitorais, Joaquim Roriz, por exemplo, ainda precisa do aval da Justiça para permanecer na disputa. O caso do ex-governador é considerado mais grave do que o de Agnelo, que também teve a candidatura questionada. Há chances de que um desfecho sobre a situação de Roriz só ocorra no Supremo Tribunal Federal (STF). As incertezas espantam os financiadores.



Há quem atribua a temperatura morna desta campanha a uma estratégia de sobrevivência adotada por Roriz (2). Seus apoiadores preferem manter a disputa em fogo brando, evitando ataques e uma grande exposição pública. É como “manter um jogo no meio do campo, sem arriscar chutes a gol para evitar o contra-ataque”, analisa um dos principais aliados do ex-governador. Os rorizistas acreditam que os eleitores de seu grupo são cativos e que o adversário Agnelo Queiroz é quem precisa tirar a diferença.



Mesmo os candidatos mais abastados, que em tese não teriam maiores problemas para levantar recursos, estão engessados pelo rigor da Lei Eleitoral. Pelas regras em vigor na Resolução nº 23.217/2010 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pessoa jurídica só pode doar o correspondente a 2% do faturamento bruto do ano anterior da eleição. Há ainda outras normas que dificultam atualmente o uso de dinheiro não contabilizado. O limite de doações está ainda amarrado a regras mais rigorosas, que ajudam a Justiça Eleitoral a rastrear operações suspeitas. Os candidatos são obrigados a declarar desde os pedidos de serviço aos cheques nominais de gráficas contratadas para a impressão de material. “Hoje um empresário que usava à vontade o dinheiro de suas empresas e depois esquentava os valores com facilidade não consegue mais disfarçar essas manobras”, contou um experiente operador de campanha.



1 - Contestação

Foi impugnado pelo PTdoB, partido que integra a coligação do adversário Joaquim Roriz. A legenda alega que o petista teve as contas reprovadas durante o período em que foi ministro do Esporte. Agnelo apresentou declaração do Tribunal de Contas da União rebatendo a acusação de que deve à Justiça Eleitoral.



2 - Ficha Limpa

A impugnação do candidato foi pedida pelo Ministério Público Eleitoral, que enquadrou o concorrente na Lei da Ficha Limpa, uma vez que renunciou ao mandato de senador em 2007 para escapar de cassação. A defesa de Roriz afirma que uma lei não pode retroagir para prejudicar o candidato.
Agnelo é azul




Ontem, alguns jornalistas que não conheciam o comitê central do candidato do PT ao GDF, Agnelo Queiroz, no Setor Comercial Sul, ficaram perdidos à procura do local, onde seria realizado o lançamento oficial do site do candidato.



À procura de um comitê chamativo, cheio de letras vermelhas, os jornalistas (eu, inclusive) subiam e desciam as quadras do SCS, e nada.



Eis que de repente avistamos o lugar. Porém, com um “pequeno” detalhe: Agnelo é escrito de azul, não de vermelho.



Sem estrelas, letras vermelhas ou símbolos conhecidos do Partido dos Trabalhadores, a piadinha da imprensa foi: “Ué, até Agnelo é azul?”



É a polarização das cores que não sai da raiz brasiliense...







Para que ninguém se perca: O comitê de Agnelo fica na quadra 3 do Setor Comercial Sul, ao lado do Banco do Brasil, próximo ao prédio da Oi.
Dilma acusa Serra de colocar vice para fazer ataques




De Márcio Falcão, da Folha.com



A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, acusou nesta terça-feira seu adversário José Serra (PSDB) de manipular seu próprio vice para fazer ataques no lugar dele.



Dilma insinuou que Serra usa o deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ) de escudo.



A petista afirmou ainda que o DEM foi a pior oposição ao governo Lula porque pregou a "destruição" da gestão petista e da pessoa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.



Dilma disse, em entrevista à Rádio Difusora AM de Mossoró (RN), que as declarações do vice de Serra ligando o PT às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), ao narcotráfico e ao Comando Vermelho são lamentáveis.



"Eu acho muito ruim essa característica que está assumindo a campanha do meu adversário José Serra. Eu não considero que uma pessoa que é candidato a presidente da República deva colocar alguém para fazer as acusações e ele endossar. Então vou responder ao ex-governador José Serra. Acho lamentável que a eleição tenha decido, da parte do meu adversário, a esse nível", disse.



A candidata reafirmou que os ataques da oposição são "completamente infundados, inconsequentes e irresponsáveis".



Dilma disse que diante das declarações da oposição "esse é um dos momentos mais desqualificados em toda história das campanhas depois da democratização do país".
Ministro do TSE aplica quarta multa contra Serra




O ministro Henrique Neves, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aplicou há pouco multa de R$ 10 mil contra Serra (PSDB) por propaganda eleitoral antecipada.



Além de Serra, Neves também estabeleceu, pelo mesmo motivo, multa no valor de R$ 15 mil contra o diretório do PSDB no Rio Grande do Sul.



Com essa penalidade, Serra chega à quarta multa. A dívida do candidato com a Justiça Eleitoral totaliza, até o momento, R$ 25 mil.



Na representação, de autoria do Ministério Público Eleitoral (MPE), Serra é acusado de fazer uso de dois comerciais - divulgados pelo PSDB do RS - nos dias 16 e 21 de junho deste ano, para promover a candidatura à presidência.



“No presente caso, tenho que a propaganda eleitoral antecipada é evidente. Aliás, não fosse o fato incontroverso de que elas foram veiculadas no mês de junho, provavelmente não seria possível ao eleitor comum diferenciá-la das inserções veiculadas no horário eleitoral legal”, ressalta na decisão Henrique Neves.



Tanto Serra quanto o diretório estadual do PSDB podem recorrer da decisão. Isso acontecendo, a representação será julgada pelo plenário do TSE.