terça-feira, 28 de setembro de 2010

Patricio um deputado atuante

Novo Gama recebe Cabo Patrício



  • Priscila Mesquita


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  • Organizado pelos apoiadores Luanna e Tonhão, o encontro do deputado Cabo Patrício com a comunidade do Novo Gama, na noite de segunda (27), lotou a pizzaria do Pixixito. Patrício discursou sobre a situação política do DF e as relações entre Brasília e o Entorno. “O Entorno é a grande solução do DF. Por isso, precisamos dar a devida atenção a todas as suas cidades”, afirm


    Apoiador Donizete comemora aniversário



  • Priscila Mesquita


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  • Foi com uma feijoada animada pelo potente som de um DJ que o apoiador Donizete comemorou seu aniversário no último domingo, em Samambaia. Cabo Patrício fez questão de cumprimentá-lo e de reforçar a importância de apoiadores nessa reta final da campanha. Veja as fotos
    Dilma tem 46%, e Serra, 28%, aponta pesquisa Datafolha


    Marina Silva tem 14%, segundo levantamento feito na segunda-feira (27).

    Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.



    Do G1, em São Paulo



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    Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (22) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 46% das intenções de voto. O candidato do PSDB, José Serra, aparece com 28%, e Marina Silva, do PV, tem 14%, segundo o levantamento.



    Considerando a margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma pode ter de 44% a 48%, Serra, de 26% a 30%, e Marina, de 12% a 16%.



    De acordo com a pesquisa, brancos e nulos somaram 4%, e indecisos, 7%.



    Se a eleição fosse hoje, o índice da candidata do PT pode não ser suficiente para elegê-la presidente no primeiro turno. Considerando os votos válidos - em que se exclui os votos em brancos e nulos -, Dilma perdeu três pontos percentuais: recuou de 54% para 51%. Levando em consideração margem de erro, ela teria entre 49% e 53%. Para vencer a eleição no primeiro turno a candidata petista precisa de 50% mais um voto.



    Ainda considerando os votos válidos, Serra teria 32%, e Marina, 16%.



    Segundo o Datafolha, Dilma oscilou negativamente em todos os estratos da população, nos cortes por sexo, região, renda, escolaridade e idade.



    Dentre os outros candidatos - Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio (PSOL), Rui Costa Pimenta ( PCO) e Zé Maria (PSTU) - nenhum atingiu 1% das intenções de voto.



    Foram realizadas 3.180 entrevistas em 202 municípios nesta segunda-feira (27). A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 32913/2010.



    Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada na última quarta-feira (22), Dilma aparecia com 49%, Serra, com 28%, e Marina, com 13%.



    Segundo turno

    Na simulação de segundo turno feita pelo Datafolha, Dilma aparece com 52% (de 50% a 54%, considerando a margem de erro), e Serra, com 39% (37% a 41%).

    segunda-feira, 27 de setembro de 2010

    Cabo Patrício rumo à vitória em 03 de outubro - Instituto Dados

    PESQUISA INSTITUTO DADOS -SETEMBRO/2010 – DEPUTADOS DISTRITAIS (espontânea)


    Publicado em 27/09/2010 por Donny Silva



    O Instituto Dados Pesquisa Opinião e Mercado divulgou resultado de nova pesquisa realizada entre os dias 17 e 20 de setembro e ouviu 3.000 eleitores. A pesquisa está registrada no TRE/DF sob o número 32.051/2010 e no TSE 31.144/2010. Confira:



    CHICO LEITE 1,8



    ELIANA PEDROSA 1,8



    CABO PATRÍCIO 1,3



    CHICO VIGILANTE 1,1



    ALÍRIO NETO 1



    ARLETE SAMPAIO 1



    RAAD MASSOUH 1



    AGACIEL MAIA 0,9



    PAULO RORIZ 0,9



    GUARDA JÂNIO 0,8



    LILIANE RORIZ 0,8



    MANINHA 0,8



    OLAIR FRANCISCO 0,8



    PEDRO DO OVO 0,7



    WASNY 0,7



    MESSIAS 0,7



    EVANDRO GARIA 0,6



    AILTON GOMES 0,6



    MILTON BARBOSA 0,6



    WASHINGTON MESQUITA 0,6



    BATISTA DAS COOPERATIVAS 0,5



    CRISTIANO ARAUJO 0,5



    DR MICHEL 0,5



    JOE VALLE 0,5



    LILIAN BRUNELLI 0,5



    BENÍCIO TAVARES 0,5



    RAIMUNDO RIBEIRO 0,5



    RONEY NEMER 0,4



    ZE EDMAR 0,4



    FRANCISCO DA FEIRA 0,4



    CLAUDIO ABRANTES 0,4



    DIRSOMAR 0,4



    WELLINGTON 0,4



    JUAREZ 0,4



    LIRA 0,4



    REJANE PITANGA 0,3



    DR CHARLES 0,3



    EDIMILSON SANTANA 0,3



    ITI 0,3



    PENIEL PACHECO 0,3



    SINESIO RODRIGUES 0,3



    BISPO RENATO 0,3



    PROF RENATO PULMÃO 0,3



    MARCIA MAIA 0,3



    MAJOR CRUZ 0,3



    AIRES COSTA 0,2



    BENEDITO DOMINGOS 0,2



    PAULO DE TARCIO 0,2



    JORGE VIANA 0,2



    LUNARDI 0,2



    VALDELINO BARCELOS 0,2



    FRANÇA 0,2



    MAURO CEZAR 0,2



    ROBERTO LUCENA 0,2



    ROBERIO NEGREIROS 0,2



    EDUARDO LOPES 0,2



    SERGIO DAMASCENO 0,2



    RICARDO PIRES 0,2



    CELINA LEÃO 0,2



    FEIJÃO 0,2



    CARLOS NOGUEIRA 0,2



    SANDRA FARAJ 0,2



    PEDRO BARBUDO 0,2



    MAGAL 0,2



    LUZIA DE PAULA 0,2



    ISRAEL 0,2



    GARIBEL 0,2



    IOLANDO 0,2



    VALDIR CARNEIRO 0,2



    AGAMENON 0,2



    EDNEWTON VIANA 0,2



    AMADEUS 0,2



    NARIODO BRASIL 0,2



    CAMPANELA 0,1



    SIQUEIRA CAMPOS 0,1



    JUNIA DAS COOPERATIVAS 0,1



    CEL FONSECA 0,1



    PROFESSORA JÔ 0,1



    BERINALDO PONTES 0,1



    EDIMAR PIRINEUS 0,1



    GERALDO NAVES 0,1



    IVONE LUZARDO 0,1



    MOISÉS MARQUES 0,1



    KIKO 0,1



    BENEDITO MUTIRÃO 0,1



    JÚLIO URNAL 0,1



    LEVI BRANDÃO 0,1



    APOLINÁRIO BLANCO 0,1



    MARIO BLANCO 0,1



    EZEQUIEL NASCIMENTO 0,1



    FÁBIO BARCELOS 0,1



    ADESIO SARTORI 0,1



    RODRIGO DELMASSO 0,1



    Dr MARCOS 0,1



    ALEXANDRO SARMENTO 0,1



    GIROTTO 0,1



    SIDNEU SANTOS 0,1



    JÚLIO MENEGATO 0,1



    DENISIA MARIA 0,1



    ARNALDO DE MELO 0,1



    RENATO ANDRADE 0,1



    RONE ANDRADE 0,1



    JOSÉ REIS 0,1



    MICHEL PLATINI 0,1



    GALDINHO 0,1



    SANDRA PORTELA 0,1



    MARCELO TIGRE 0,1



    MARCOS CELULAR 0,1



    WALTER REZENDE 0,1



    JULIO CESAR 0,1



    MESTRE BENTINHO 0,1



    PAULO MIRANDA 0,1



    TELMA 0,1



    EVERARDO RIBEIRO 0,1



    ZEZÃO DO PAVÃO 0,1



    WAGUINHO 0,1



    SAMUKA 0,1



    ANDRÉ LUIS 0,1



    JONAS LESSA 0,1



    LEANDRO SEQUEIRA 0,1



    CLÁUDIO MONTEIRO 0,1



    ALESSANDRO PAIVA 0,1



    JAQUELINE BOMTEMPO 0,1



    ANTONIO LEITÃO 0,1



    AROLDO 0,1



    SAULO BRANQUINHO 0,1



    VALÉRIO 0,1



    ADILSON BARRETO 0,1



    MOACIR SETOR O 0,1



    AILTON AGUIAR 0,1



    CAVALCANTE 0,1



    MAURO MARTINELI 0,1



    RUBENS RORIZ 0,1



    FRED LINHARES 0,1



    CIDINHA ROCHA 0,1



    PASTOR OMAR 0,1



    TÁVORA 0,1



    OLAVO NEGRÃO 0,1



    JOSINO 0,1



    AIRTON MARTINS 0,1



    JOÃO HERMETO 0,1



    CRISANTO 0,1



    SABINA BATISTA 0,1



    BISPO MARCOS 0,1



    LUIS LEITÃO 0,1



    DILVAN 0,1



    AILTON MIRANDA 0,1



    FERNANDO FIDELIS 0,1



    MARIA ANTONIA 0,1



    J RUBENS 0,1



    TATU DO BEM 0,1



    VEINHO VENDEDOR 0,1



    MAURICIO 0,1



    DELANO 0,1



    IRAITO MAKAL 0,1



    CIRLÂNDIO 0,1



    ALBERTO MEIRELES 0



    RICARDO NORONHA 0



    SARGENTO JUNIOR 0
    Vox Populi/Band/iG: Marina mantém crescimento e chega a 13%


    Dilma segue com 49% das intenções de voto, apontadas no tracking anterior, mas venceria no 1º turno; Serra mantém os 24%

    Matheus Pichonelli, iG São Paulo
    27/09/2010 17:00

    Na reta final da campanha, a candidata do PV à Presidência, Marina Silva, alcançou, pela primeira vez desde o início do mês, 13% das intenções de voto no tracking Vox Populi/Band/iG divulgado nesta segunda-feira. O resultado confirma o movimento ascendente da candidata verde desde a semana passada, quando ela ultrapassou a marca de dois dígitos das preferências na medição (um dia antes, Marina tinha 12%).



    Dilma Rousseff (PT), com 49%, e José Serra (PSDB), com 24%, mantiveram os índices apurados no dia anterior. Foi o segundo dia seguido que a candidata petista ficou abaixo dos 50% das preferências. Mesmo assim, ela venceria a disputa logo no primeiro turno. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.





    Compare o desempenho de Marina e Dilma no Twitter

    Marina critica Serra por ‘intimidar a imprensa’

    Serra incita militância a atrair voto de indecisos

    Segundo o tracking, a queda nas intenções de voto para a ex-ministra da Casa Civil foi mais acentuada no Sudeste, onde ela conta hoje com 42% das preferências – eram 47% há menos de dez dias. Ao mesmo tempo, Marina saiu de 11% das intenções de voto no Sudeste e hoje tem 17%. Marina também chega a 17% das preferências entre eleitores do Norte e Centro Oeste.



    A melhor avaliação de Dilma ainda é no Nordeste, onde a petista conta com 66% das preferências. O índice, no entanto, já foi de 73% (no último dia 11) na região.



    O melhor cenário para o candidato tucano é no Sul, onde ele tem 30% das intenções de voto. Já no Nordeste, Serra tem 17% - seu pior desempenho entre as regiões.



    De acordo com o tracking, 10% dos eleitores ainda não sabem ou não responderam em quem pretendem votar no próximo dia 3. Brancos e nulos somam 3%.



    A cada dia, o Instituto Vox Populi realiza 500 novas entrevistas presenciais em todas as regiões do País, numa amostra consolidada com 2000 pessoas. O levantamento foi registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº 27.428/10.



    Na pesquisa espontânea, quando o nome dos candidatos não é apresentado, Dilma tem a dianteira, com 42% das citações, seguida por Serra (21%), Marina (10%) e o presidente Lula, que ainda é citado por 2% dos eleitores. Nessa pesquisa o índice de eleitores indecisos chega a 20%.
    ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL




    Tracking mostra Agnelo com 49%. Weslian tem 23%



    O eleitor do DF ainda não conseguiu assimilar a estratégia do ex-governador Joaquim Roriz de desistir da disputa e colocar a sua mulher, Weslian, em seu lugar. Um tracking interno do PT mostra Agnelo Queiroz com 49%. Weslian Roriz aparece com 23%, Toninho do PSOL com 7% e Eduardo Brandão com 2%.

    A sete dias da eleição presidencial de 2010

    Debate: Dilma e Marina devem ter conquistado mais votos








    No debate na Record, como já virou rotina, o pior candidato foi Serra. Teve sua imagem de suposta competência desmascarada por todos, e precisou recorrer a mentiras em suas respostas.



    Dilma teve uma boa atuação, estava muito bem e deve ser quem conquistou mais votos. Não deixou perguntas sem respostas, assumiu posições firmes, foi incisiva, chamou o debate para os grandes temas nacionais, e os programas do governo Lula que impactaram na vida dos brasileiros, se defendeu bem dos ataques (que foram muitos). Esteve no tom certo, nem baixou a cabeça, nem se excedeu, diante de perguntas provocativas. Também não humilhou nenhum adversário, a ponto de colocá-lo na posição de vítima.



    Dilma aproveitou suas perguntas para fazer uma ampla agenda positiva. Falou:

    - dos 14,5 milhões de empregos gerados;

    - do ProUni e do Reuni;

    - do Minha Casa, Minha Vida, com 1 milhão de casas que devem ter financiamento contratado até o fim do ano;

    - do pré-sal e capitalização da Petrobrás que garantiu o programa de investimentos sem se endividar e ainda aumentando o patrimônio público em vez de vender;

    - da liberdade de imprensa: "eu prefiro as vozes múltiplas da democracia do que o silêncio das ditaduras", afirmando que a imprensa tem todo o direito de dizer o que quiser, assim como ela tem o direito de responder;

    - da política de valorização do salário mínimo no governo Lula, que permitirá que o governo continue ampliando o salário mínimo todos os anos, o que permitirá ir muito além do que promete Serra apenas para o ano que vem.



    Na hora da crítica ao adversário, Dilma acertou em cheio em alguns alvos de Serra:

    - no caso do governo de SP, 40% das professoras do Estado mais rico do País tinham vínculos precários" (não são concursadas).

    - pendurou FHC no pescoço de Serra, e disse ter muito orgulho de ter participado do governo Lula e ser candidata a continuar a obra do presidente, enquanto Serra esconde FHC de sua campanha.



    Dilma não se intimidou com perguntas provocativas sobre escândalos, e mostrou que o governo Lula é quem tem mais compromisso com o combate à corrupção, seja de quem for, através da Polícia Federal e da CGU.



    Serra cometeu um deslize grave ao mentir de forma incontestável: os números o desmentem. Disse que a Petrobras teria aumentado o número de terceirizados. O presidente da empresa, Sérgio Gabrielli, estava na platéia e comentou que a Petrobras ampliou o número de funcionários concursados em 40% nos últimos oito anos, chegando a 77 mil funcionários.



    Serra se deu mal com Plínio, na questão do Irã, onde Plínio criticou Serra e apoiou a política externa do governo Lula. Se deu mal também na questão da educação em São Paulo, onde 30% dos alunos não sabem ler nem escrever, e Serra trata mal os professores, pagando mal, não dialogando, e ainda reprimindo manifestação com a polícia.



    O demo-tucano se deu mal também com Marina, que cobrou as críticas do DEM ao Bolsa-família, e a contradição entre as promessas de campanha de Serra, e os cortes nos programas sociais em São Paulo quando ele foi governador.



    Na pergunta dos jornalistas, Ana Paula Padrão questionou Serra usar a imagem do presidente Lula e esconder a de FHC na campanha. Dilma comenta a resposta de Serra: "Eu tenho um imenso orgulho de ter participado do governo Lula"... e reforça a crítica de usar a imagem de Lula e esconder FHC.



    A jornalista pergunta sobre o fato de o ex-governador José Roberto Arruda (ex-DEMos), afastado por corrupção, ter sido cotado para ser vice de Serra. Serra "não ouve a pergunta", e a jornalista é obrigada a repetir a pergunta. Pior para Serra, pois acabou enfatizando a pergunta, e responderu: "O Arruda em certo momento disse ‘eu poderia ser vice do Serra’, isso muito antes do escândalo", mentiu o demo-tucando, pois foi ele quem apareceu lançando Arruda para vice, com o vídeo "Vote em um careca, e ganhe dois", mostrado no telejornal "Bom Dia Brasil".



    Também em pergunta de jornalista, Serra é questionado sobre a participação de Regina Duarte em sua campanha de 2002 e por que volta a apostar "no medo" em sua campanha. Serra voltou a recorrer à mentira: "Não sei de onde a jornalista tira essa conclusão". Ora, da propaganda eleitoral dele na TV e na internet.



    Plínio teve bons momentos, como quando criticou as fragilidades da educação dos governos tucanos em São Paulo, mas ficou acima do tom em outros momentos quando tentou fazer desqualificação pessoal, e não política, a Dilma e Marina. Pareceu mais um inquisidor, o que não agrada ninguém.



    Marina também foi tecnicamente bem. Tentou tirar eleitores de Serra questionando seu governo em São Paulo e como ministro de FHC. Tentou tirar eleitores de Dilma fustigando com escândalos de corrupção, mas Dilma respondeu à altura dizendo que se comportou na Casa Civil, da mesma forma que Marina se comportou no Ministério do Meio Ambiente, pois Marina também teve casos de corrupção na venda de madeira ilegal no período em que esteve no ministério, e teve que afastar funcionários.



    Dessa vez Serra demonstrou medo de fazer perguntas diretas para Dilma. Perguntou a outros candidatos toda vez que teve oportunidade.



    Tirando os torcedores de cada candidato, os indecisos que assistiram ao debate muito provavelmente saíram inclinados a votar em Dilma (creio que a maioria), e em Marina (creio que a minoria). Plínio ficou no zero a zero, e Serra deve ter perdido eleitores entre os que assistiram.

    domingo, 26 de setembro de 2010

    Tracking Vox Populi/Band/iG: Dilma tem 49% pela primeira vez


    Presidenciável petista fica abaixo de 50% mas ainda vence no primeiro turno; Serra sobe para 24% e Marina para 12%

    iG São Paulo
    26/09/2010 17:07

     Pela primeira vez, desde o início da pesquisa Tracking Vox Populi/Band/iG no começo do mês, a candidata do PT, Dilma Rousseff, ficou abaixo da casa dos 50% nas intenções de voto. A presidenciável petista recuou de 50% para 49%, enquanto o candidato tucano, José Serra, subiu de 23% para 24% e a presidenciável do PV, Marina Silva, passou de 11% para 12%, chegando a essa pontuação pela primeira vez.



    Com isso, a diferença entre os votos em Dilma e a soma dos demais candidatos (contando com 1% atribuído a “outros”) caiu de 15 para 12 pontos percentuais, reduzindo a vantagem da petista de se eleger no primeiro turno.



    O Tracking Vox Populi/Band/iG também mostra que 11% estão indecisos e 3% votam em branco ou nulo.



    Espontânea



    Na consulta espontânea, quando a lista com os nomes dos candidatos não é apresentada ao entrevistado, Dilma oscilou negativamente de 43% para 42%, Serra manteve-se estável em 20% e Marina avançou de 9% para 10%.



    O Tracking Vox Populi/Band/iG conta com 2.000 entrevistas, sendo que um quarto dessa amostra é renovada diariamente. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

    Primeira pesquisa após saída de Roriz confirma Agnelo na frente: 44,2 x 30,1%


    Pesquisa realizada pelo instituto Exata em todo o Distrito Federal, entre os dias 22 e 24, data em que Joaquim Roriz desistiu de sua candidatura e anunciou sua mulher Weslian como substituta, confirma a liderança do adversário Agnelo Queiroz (PT), com 44,2% das intenções de voto, contra 30,1%. Toninho do PSOL tem 7,4%, Eduardo Brandão (PV) 2,7. Os demais eleitores não chegaram a soma  um ponto percentual. Indecisos são 9,7% e brancos e nulos 5,2% Nessa pesquisa, registrada no TRE sob o número 33334/2010, foram entrevistados três mil eleitores em todo o DF. No levantamento espontâneo, em que o entrevistado não é confrontado com a lista de candidatos, Agnelo lidera com 35,7% contra 25,3%.


    Agnelo Queiroz diz que povo sabe quem foge da Justiça

    Os quatro candidatos da chapa majoritária, Cristovam Buarque (PDT), Agnelo Queiroz (PT), Rodrigo Rollemberg (PSB) e Tadeu Filippelli (PMDB) na carreata de ontem do GamaNa manhã de ontem o candidato a governador do DF Agnelo Queiroz (PT), acompanhado de sua esposa, a médica Ilza Maria, e de seu vice, Tadeu Filippelli (PMDB), participou de mais uma carreata. Desta vez, as cidades escolhidas foram o Gama e Santa Maria. O ato político também contou com a presença dos candidatos Cristovam Buarque (PDT), Rodrigo Rollemberg (PSB) e Cabo Patrício (PT).





    Agnelo foi bem recebido pela comunidade local, principalmente pelas crianças que acompanhavam o trio elétrico. Na ocasião, o candidato prometeu dar mais atenção à educação e a outros setores deficientes no Gama. “Nós temos que investir pesado na educação para que todas estas crianças tenham um futuro melhor. Temos que dar incentivo ao comércio de um modo geral, mas também da avenida principal. Temos que trazer um órgão público aqui para a Feira Modelo do Gama. Do jeito que as coisas estão aqui, pela metade, não pode continuar”. Além dessas propostas o candidato também afirmou que tem um grande compromisso com a cidade e que, se eleito, iria proporcionar crescimento econômico e social no Gama.





    Com os novos rumos das eleições para ocupar o Buriti, Agnelo disse que está confiante, pois todos os institutos de pesquisas apontam a vitória dele, e destacou também que a população votará consciente. “O povo não pode se sujeitar ao golpe de alguns que fogem da Justiça. A população já percebeu as manobras de alguns candidatos para driblar a verdade e nós temos que acabar com as capitanias hereditárias que existem em Brasília. Nós temos que resgatar a confiança e a esperança do povo brasiliense”, desabafou o candidato referindo-se à renúncia da candidatura do ex-governador Joaquim Roriz (PSC).





    Segundo organizadores, a carreata percorreu 11 quilômetros durante quatro horas na manhã deste sábado, nas principais avenidas do Gama e Santa Maria. No período da tarde o candidato participou de outra carreata na comunidade do Vale do Amanhecer.



    Vandalismo de volta à cena no DF







    Após constatar que o material visual que faz parte da campanha de Agnelo estava sofrendo depredação realizada por militantes do ex-candidato Joaquim Roriz, o coordenador de campanha da coligação, Raimundo Júnior, registrou queixa do fato junto às autoridades competentes. Segundo a assessoria de imprensa da coligação Um Novo Caminho, da qual Agnelo faz parte, desde a noite da última quinta-feia vêm ocorrendo os atos de vandalismo contra o material do candidato petista e a coligação alega ter provas de que são os militantes da oposição quem estão realizando as ações.
    Dezoito estados podem não ter 2º turno




    André de Souza, O Globo



    A uma semana da eleição, o quadro político nos estados mostra que a maioria dos novos governadores deverá se eleger no primeiro turno. Em 17 estados e no Distrito Federal, os eleitores deverão conhecer os nomes dos eleitos já no dia 3 de outubro. Em quatro estados o segundo turno se configura, até o momento, como certo.



    Os partidos que apoiam a presidenciável Dilma Rousseff (PT) devem eleger pelo menos 14 governadores. Já a oposição a Lula e a Dilma deve ganhar em seis, incluindo os dois maiores colégios eleitorais: São Paulo e Minas Gerais. A disputa é indefinida em cinco estados.



    O desejo de continuidade também é grande. Em 16 estados, o favorito é o governador que tenta a reeleição ou o candidato que tem apoio do governo estadual.



    O caso mais extremo é o de Pernambuco, onde o governador Eduardo Campos (PSB), segundo pesquisa Ibope divulgada na sexta-feira, tem 73% das intenções de voto contra 16% do segundo colocado, Jarbas Vasconcelos (PMDB).



    Em outros cinco estados, o candidato do governo é competitivo e pode vencer a eleição. O cientista político Carlos Ranulfo, da Universidade Federal de Minas Gerais, lembra que o fenômeno da continuidade não começou nas eleições deste ano.

    A nova amélia é candidata ao governo de Brasília

    Deu no Correio Braziliense


    A “ultima hora”



    De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi



    Neste domingo, a apenas uma semana da eleição presidencial, temos uma parte menor do sistema político, uma parte importante (mas minoritária) da sociedade e a maioria da “grande imprensa” em torcida animada para que a “última hora” faça com que os prognósticos a respeito de seu resultado não se confirmem.



    É natural que todos os candidatos, salvo Dilma, queiram que alguma reviravolta aconteça. Os três partidos que dão apoio a Serra, o PV de Marina Silva, os pequenos partidos de esquerda, todos torcem pelo “fato novo”, a “bala de prata”, algo que a golpeie. Do outro lado, a ampla coligação que Lula montou para sustentar sua candidata (e que formará, ao que tudo indica, a maioria do próximo Congresso) espera que nada altere o quadro.



    Hoje, Dilma lidera em todas as regiões do país, jogando por terra as análises que imaginavam que as eleições consagrariam um fosso entre o Brasil “moderno” e o “atrasado”. Era o que supunham aqueles que leram, sem maior profundidade, as pesquisas, e acreditavam que Serra sairia vitorioso no Sul e no Sudeste, ficando com Dilma o voto do Nordeste, do Norte e do Centro-Oeste. Não é isso que estamos vendo.



    Ela deve vencer em todos os estados, em alguns com três vezes mais votos que a soma dos adversários. Vence na cidade de São Paulo, na sua região metropolitana e no interior do estado. Lidera o voto das capitais, das cidades médias e das pequenas. É a preferida dos eleitores que residem em áreas rurais.



    As pesquisas dão a Dilma vantagem em todos os segmentos socioeconômicos relevantes. É a preferida de mulheres e homens (sepultando bobagens como as que ouvimos sobre as dificuldades que teria para conquistar o voto feminino), de jovens e velhos, de negros e brancos. Está na frente entre católicos, evangélicos, espíritas e praticantes de religiões afro-brasileiras.



    Vence entre pobres, na classe média e entre os ricos (embora fique atrás de Serra entre os muito ricos). Lidera entre beneficiários do Bolsa Família e entre quem não recebe qualquer benefício do governo. Analfabetos e pessoas que estudaram, do primário à universidade, votam majoritariamente nela.



    É claro que sua candidatura não é uma unanimidade. Existe uma parcela da sociedade que não gosta dela e de Lula, que nunca votou e que nunca votará em alguém do PT. São pessoas que até toleram o presidente, que podem achar que é esperto e espirituoso, que conseguem admirar aspectos de seu governo. Mas que querem que Dilma perca.



    Se, então, Dilma reúne ampla maioria no eleitorado e apoios majoritários no sistema político, o que seria a “última hora”? O que falta acontecer, de hoje a domingo?



    Formular a pergunta equivale a considerar que o eleitorado ainda não sabe o que vai fazer, que aguarda a véspera para se decidir. Que “tudo pode mudar”.



    É curioso, mas quem mais acredita que os outros são volúveis são os mais cheios de certezas, os mais orgulhosos de suas convicções. Mas acham que o cidadão comum (o “povão”) é diferente, que é incapaz de chegar com calma a uma decisão pensada e madura.



    É fato que sempre existe uma parcela do eleitorado que permanece indecisa até o final. Já vimos, em eleições anteriores, que ela pode oscilar, saindo de uma candidatura e indo para outras. Conforme o caso, sua movimentação pode provocar resultados inesperados, como ocorreu com o segundo turno em 2006.



    Mas aquelas eleições também mostram como acontecem esses fenômenos de “última hora”. Nelas, a única coisa que um quase uníssono da “grande imprensa” contra a candidatura Lula conseguiu fazer foi assustar os eleitores mais frágeis, com baixa informação e baixo interesse por política. Os dados indicam que os eleitores mais informados e com alto e médio interesse em nada foram afetados pela artilharia da mídia (assim como os sem nenhum, que nem ficaram sabendo que havia “aloprados”).



    Ou seja: aquela gritaria só fez com que as pessoas mais inseguras a respeito de suas escolhas ficassem confusas, ainda que apenas por alguns dias. Mal começou a campanha do segundo turno, Lula reassumiu as rédeas da eleição e avançou sem problemas até a consagração no final de outubro. É como o título daquela comédia: “Muito barulho por nada”.