Agnelo, Filippelli e equipe constataram precariedade nas instalações e prometeram reformas, além da construção de novo hospital para o Gama
“A situação aqui não é de emergência. É de calamidade pública”, afirmou o governador, que passou duas horas em reunião reservada com o vice-governador, Tadeu Filippelli (PMDB), o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, o presidente da Câmara Legislativa, deputado Patrício (PT), o secretário de Obras, Luiz Carlos Pitiman (PMDB) e a nova diretora-geral de Saúde do Gama, que será nomeada oficialmente amanhã, a médica ginecologista Lucilene Florêncio de Queiroz.
Agnelo afirmou que o HRG não tem condições de atender a população e que as reformas que estão paradas deverão ser concluídas, e ainda prometeu que um novo hospital será entregue nos próximos dois anos. Após a reforma, a previsão é que 30 leitos de UTI para adultos e dez para a pediatria estejam disponíveis.
Agnelo analisará a situação jurídica das reformas do hospital, que estão há dois anos paradas, e apurará as responsabilidades das gestões que interromperam o processo. “O mais importante é assegurar condições para o funcionamento”, afirmou Agnelo. Na tarde de hoje, Agnelo se reúne com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para discutir a situação da verba de R$ 110 milhões, que não foram usados pelo ex-governador Rogério Rosso no programa Saúde da Família
Mais profissionais
A partir de amanhã, o GDF inicia a convocação e o remanejamento de recursos humanos para hospitais do DF. Também está prevista a abertura de um concurso para a contratação de novos profissionais de saúde ou que queiram ampliar sua jornada de trabalho.
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